Aglidil Glimepirida bula do medicamento

Neste folheto:
1. O que é o Aglidil e para que é utilizado
2. Antes de tomar Aglidil
3. Como tomar Aglidil
4. Efeitos secundários possíveis
5. Como conservar o Aglidil
6. Outras informações


FOLHETO INFORMATIVO: INFORMAÇÃO PARA O UTILIZADOR

Aglidil 1 mg Comprimidos
Aglidil 2 mg Comprimidos
Aglidil 3 mg Comprimidos
Aglidil 4 mg Comprimidos
Glimepirida

Leia atentamente este folheto antes de tomar o medicamento.
– Caso ainda tenha dúvidas, fale com o seu médico ou farmacêutico.
– Este medicamento foi receitado para si. Não deve dá-lo a outros; o medicamento podeser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas.
– Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundáriosnão mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico

Neste folheto:

1. O QUE É O AGLIDIL E PARA QUE É UTILIZADO

O Aglidil pertence ao grupo dos antidiabéticos orais e apresenta-se na forma decomprimidos, para administração oral.
Este medicamento é utilizado no tratamento de diabetes mellitus tipo II, desde que nãopossa ser adequadamente controlada por dieta, exercício físico e redução de peso.

2. ANTES DE TOMAR AGLIDIL

Não tome Aglidil
– se tem hipersensibilidade à substância activa, a outras sulfonilureias ou sulfonamidas oua qualquer outro componente de Aglidil;
– se sofre de diabetes insulino-dependente;
– em caso de coma diabético e cetoacidose;
– se sofre de perturbações graves da função renal ou hepática (nestes casos é necessáriopassar para insulina);

Tome especial cuidado com Aglidil

O Aglidil tem de ser tomado pouco antes ou durante uma refeição. Em caso de refeiçõescom intervalos irregulares, ou não tomando algumas refeições, o tratamento com Aglidilpode levar a hipoglicémia.
Os sintomas possíveis de hipoglicémia incluem: cefaleias, apetite intenso, náuseas,vómitos, lassitude (perda de energia), sonolência, perturbações do sono, inquietude,agressividade, falta de concentração, vigília e tempo de reacção, depressão, confusão,perturbações visuais e da fala, afasia (distúrbio da linguagem), tremores, paresias,perturbações sensoriais, tonturas, sensação de desespero, perda de auto-controlo, delírios,convulsões cerebrais, sonolência e perda de consciência até e incluindo situações comocoma, respiração superficial e bradicardia.
Para além disso, podem estar presentes sinais de contra-regulação adrenérgica, tais comosuores, pele húmida, ansiedade, taquicardia, hipertensão, palpitações, angina de peito earritmias cardíacas. O quadro clínico de um ataque hipoglicémico grave pode assemelhar-
se ao de um AVC. Os sintomas podem ser quase sempre controlados com a ingestão dehidratos de carbono (açúcar). Os adoçantes artificiais não têm efeito. Sabe-se de outrassulfonilureias que, apesar de as contra-medidas inicialmente terem dado bom resultado,pode recorrer uma hipoglicémia.
Em caso de hipoglicémia grave ou prolongada, só controlada temporariamente pelasquantidades habituais de açúcar, é necessário tratamento médico imediato eocasionalmente, hospitalização.
Entre outros, os factores que favorecem a hipoglicémia são os seguintes:
– recusa ou (mais frequentemente em doentes idosos) incapacidade do doente decooperar;
subnutrição, refeições irregulares ou falhadas, ou períodos de jejum;
– alterações da dieta;
– desfasamento entre o exercício físico e a ingestão de hidratos de carbono;
– consumo de álcool, especialmente em combinação com refeições falhadas;
– perturbação da função renal;
– perturbação grave da função hepática;
sobredosagem com glimepirida;
– certas perturbações descompensadas do sistema endócrino afectando o metabolismo doshidratos de carbono ou a contra-regulação de hipoglicémia (como por exemplo, em certasperturbações da função tiroideia e na insuficiência suprarenal ou da hipófise anterior);
– administração concomitante de certos outros medicamentos (ver ?Interacções?).
O tratamento com Aglidil exige monitorização regular dos níveis de glucose no sangue ena urina. Para além disso, é recomendada a determinação da hemoglobina glicosilada.
É necessário um controlo regular do hemograma (especialmente leucócitos etrombócitos) e da função hepática durante o tratamento com Aglidil.
Em situações de stress (como por ex., acidentes, cirurgias, infecções febris, etc.), pode serindicada uma mudança temporária para insulina.
Não há experiência relativamente ao uso de glimepirida em doentes com perturbaçãograve da função hepática e em doentes dializados. Em doentes com perturbação grave dafunção hepática ou renal, está indicada a passagem para insulina.

Tomar Aglidil com outros medicamentos

Informe o seu médico ou farmacêutico se estiver a tomar ou tiver tomado recentementeoutros medicamentos, incluindo medicamentos obtidos sem receita médica.
Tomando glimepirida em simultâneo com determinados medicamentos, podem ocorreraumentos ou baixas da acção hipoglicemiante da glimepirida. Por isso, só devem sertomados outros medicamentos com conhecimento (ou receita) do médico.
Com base na experiência com glimepirida e outras sulfonilureias, foram descritas asseguintes interacções:
Pode ocorrer uma potenciação do efeito hipoglicemiante e portanto, nalguns casos,hipoglicémia quando um dos seguintes medicamentos é administrado em simulâneo comglimepirida:
– fenilbutazona, azapropazona e oxifenobutazona;
insulina e produtos antidiabéticos orais;
metformina;
– salicilatos e ácido p-amino-salicílico;
– esteróides anabolizantes e hormonas sexuais masculinas;
cloranfenicol;
anticoagulantes cumarínicos;
– fenfluramina;
– fibratos;
– inibidores da ECA;
fluoxetina;
alopurinol;
– simpaticolíticos;
– ciclofosfamidas, trofosfamida e ifosfamidas;
– sulfinpirazona;
– certas sulfonamidas de acção prolongada;
– tetraciclinas;
– inibidores da MAO;
– antibióticos da classe quinolonas;
– probenecida;
miconazol;
– pentofixilina (doses elevadas por via parentérica);
– tritoqualina;
Pode ocorrer uma baixa do efeito hipoglicemiante, e portanto um aumento dos níveis daglicemia, quando um dos seguintes medicamentos é administrado em sumultâneo com aglimepirida:
– estrogéneos e progestagéneos;
– saluréticos, diuréticos tiazídicos;
– agentes estimulantes da tiróide e glucocorticóides;
– derivados fenotiazínicos, clorpromazina;
adrenalina e simpaticomiméticos;
– ácido nicotínico (doses elevadas) e seus derivados;
– laxativos (uso prolongado);
– fenitoína, diazóxido;
– glucagon, barbitúricos e rifampicina;
– acetazolamida;

fluconazol.
Os antagonistas dos receptores H2, bloqueadores beta, clonidina e reserpina podem levarquer a uma potenciação quer a uma diminuição do efeito hipoglicemiante.
Sob a influência de medicamentos simpaticolíticos tais como bloqueadores beta,clonidina, guanetidina e reserpina, os sinais de contraregulação adrenérgica àhipoglicémia podem ser reduzidos ou estar ausentes.
A ingestão de álcool pode potenciar ou diminuir o efeito hipoglicemiante da glimepiridade maneira imprevisível.
O efeito dos derivados da cumarina pode ser potenciado ou diminuído pela glimepirida.

Tomar Aglidil com alimentos e bebidas
A ingestão de álcool pode potenciar ou diminuir o efeito hipoglicemiante da glimepiridade forma imprevisível. Tomar os comprimidos antes ou durante o pequeno-almoço,excepto indicação contrária do médico assistente. Os comprimidos devem ser engolidosinteiros com um pouco de líquido.

Gravidez e aleitamento
Consulte o seu médico ou farmacêutico antes de tomar qualquer medicamento.
Gravidez
Risco relacionado com a diabetes
Valores séricos anormais de glicémia durante a gravidez estão associados a umaincidência mais elevada de alterações congénitas e mortalidade perinatal.
Consequentemente, os níveis sanguíneos de glucose devem ser rigorosamentemonitorizados durante a gravidez de forma a evitar o risco de teratogenicidade. Nestascircunstâncias, é necessário o uso de insulina. As doentes que planeiam uma gravidezdevem informar o seu médico.
Risco relacionado com a glimepirida
Não existem dados adequados relativamente à utilização da glimepirida em mulheresgrávidas. Os estudos em modelos animais demonstraram toxicidade reprodutiva a qualestá provavelmente relacionada com a acção farmacológica (hipoglicemia) daglimepirida.
Consequentemente, a glimepirida não deve ser utilizada no decurso total da gravidez.
No caso de tratamento com glimepirida, se a doente planear engravidar ou no caso de sedescobrir que a doente está grávida, o tratamento deve ser alterado o mais rapidamentepossível para terapêutica insulínica.
Aleitamento
Desconhece-se se ocorre excreção no leite humano. A glimepirida é excretada no leite deratinhos. Dado que outras sulfonilureias são excretadas no leite humano e uma vez queexiste um risco de hipoglicemia em crianças a ser amamentadas, não é aconselhável oaleitamento materno durante o tratamento com a glimepirida.

Condução de veículos e utilização de máquinas
Não foram efectuados estudos sobre os efeitos na capacidade de conduzir ou usarmáquinas.

Não conduza nem utilize quaisquer ferramentas ou máquinas porque a capacidade demanter alerta e o tempo de reacção podem ser perturbados, especialmente quando seinicia ou altera o tratamento ou quando o Aglidil não é tomado regularmente.

Informações importantes sobre alguns componentes de Aglidil
Cada comprimido de Aglidil 1 mg contém 78,37 mg de lactose.
Cada comprimido de Aglidil 2 mg contém 156,60 mg de lactose.
Cada comprimido de Aglidil 3 mg contém 155,70 mg de lactose.
Cada comprimido de Aglidil 4 mg contém 154,75 mg de lactose.
Se o seu médico lhe disser que você tem intolerância a alguns tipos de açúcar, contacte oseu médico antes de tomar este medicamento.

3. COMO TOMAR AGLIDIL

Tomar Aglidil sempre de acordo com as indicações do médico. Fale com o seu médico oufarmacêutico se tiver dúvidas.

Para administração oral
A base para um tratamento com êxito da diabetes consiste numa boa dieta e actividadefísica regular, assim como controlos regulares de sangue e urina. A não aderência dodoente à dieta recomendada, não pode ser compensada por comprimidos ou insulina.
A posologia baseia-se nos resultados das determinações da glucose no sangue e na urina.
A dose inicial é de 1 mg de glimepirida por dia. Se for alcançado um controlo metabólicosatisfatório, esta dose pode ser tomada como terapêutica de manutenção.
Estão disponíveis diferentes dosagens adequadas a vários regimes posológicos. Em casode controlo insatisfatório, a posologia tem de ser aumentada gradualmente em função docontrolo da glicemia, com intervalos de cerca de 1 a 2 semanas entre cada aumento dadose para 2, 3 ou 4 mg de glimepirida por dia.
Posologias superiores a 4 mg de glimepirida por dia só dão melhores resultados em casosexcepcionais. A dose máxima recomendada é de 6 mg de glimepirida por dia.
Em doentes não controlados adequadamente com a dose diária máxima de metformina, aterapêutica concomitante com glimepirida pode ser iniciada. Enquanto se mantém a dosede metformina, a terapêutica com glimepirida é iniciada com uma dose baixa, e é entãoelevada dependendo do nível desejado de controlo metabólico, até à dose máxima diária.
A terapia de combinação deverá ser iniciada sob estrita vigilância médica.
Em doentes não controlados adequadamente com a dose diária máxima de Aglidil, umaterapêutica concomitante com insulina pode ser iniciada, se necessário. Mantendo amesma dose de glimepirida, o tratamento com insulina é iniciado com uma dose baixa eaumentada em função do nível desejado de controlo metabólico. A terapia de combinaçãodeverá ser iniciada sob estrita vigilância médica.
Normalmente, uma dose única diária de glimepirida é suficiente. Recomenda-se que estadose seja administrada pouco antes ou durante um pequeno-almoço substancial; ou nocaso de não tomar um pequeno-almoço substancial, deverá tomar o comprimido poucoantes ou durante a primeira refeição principal. A omissão da tomada de uma dose não

deve ser nunca corrigida aumentando a dose seguinte. Os comprimidos devem serengolidos inteiros com um pouco de líquido.
Se um doente mostrar uma reacção hipoglicémia com 1 mg de glimepirida por dia, istoindica que o seu controlo só com dieta pode ser conseguido nesse doente.
Dado que a melhoria do controlo da diabetes está associada com uma maior sensibilidade
à insulina, as necessidades de glimepirida podem baixar com a continuação dotratamento. Para evitar uma hipoglicémia, a redução da dose ou a interrupção daterapêutica podem ser tomadas em consideração no decurso do tratamento.
Também pode ser necessária uma correcção da dose quando:
– se altere o peso do doente;
– haja modificação do estilo de vida do doente, ou
– surjam outros factores que aumentem o risco de hipoglicémia ou de hiperglicémia.
Passagem de outros anti-diabéticos orais para o Aglidil
A passagem de outros antidiabéticos orais para o Aglidil pode geralmente ser efectuada.
Para esta passagem, a potência e a semi-vida dos medicamentos tomados anteriormentetêm de ser tidos em consideração. Nalguns casos, especialmente em anti-diabéticos comuma semi-vida longa (como por ex., clorpropamida), é recomendado um período dealguns dias sem tratamento a fim de minimizar o risco de reações hipoglicémias devidasao efeito aditivo. A dose inicial recomendada é de 1 mg por dia de glimepirida.
Baseado na resposta metabólica, a posologia de glimepirida pode ser aumentadagradualmente, como indicado para o primeiro tratamento.
Passagem de insulina para o Aglidil
Em casos excepcionais de doentes diabéticos tipo II controlados com insulina, pode estarindicada uma passagem para o Aglidil. Esta passagem deve ser feita sob vigilânciamédica estrita.

Se tomar mais Aglidil do que deveria
No caso de tomar uma dose excessiva, deve contactar o seu médico imediatamente,devendo ser encaminhado para uma urgência hospitalar. Após a ingestão de umasobredosagem, pode ocorrer hipoglicémia, como descrito em ?Tomar especial cuidadocom Aglidil?.

Caso se tenha esquecido de tomar Aglidil
Não tome uma dose a dobrar para compensar uma dose que se esqueceu de tomar. Devetomar o medicamento assim que se lembrar, mas sempre antes ou durante uma refeição.
No caso de omissão de várias doses, o médico assistente deverá ser contactado.

Se parar de tomar Aglidil
Não pare de tomar Aglidil a não ser que o seu médico lhe diga para o fazer.
O seu médico indicará a duração do tratamento com Aglidil. Se for necessário suspendero tratamento, siga as instruções do seu médico.

Caso ainda tenha dúvidas sobre a utilização deste medicamento, fale com o seu médicoou farmacêutico.

4. EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSIVEIS

Como todos os medicamentos, o Aglidil pode causar efeitos secundários, no entanto estesnão se manifestam em todas as pessoas.
Os seguintes efeitos secundários são baseados na experiência com glimepirida e outrassulfonilureias:
Doenças do sangue e do sistema linfático
Raros (?1/10.000, <1/1.000): trombocitopénia, leucopénia, granulocitopénia,agranulocitose, eritrocitopenia, anemia hemolítica e pancitopénia, que são em geralreversíveis após a descontinuação da terapêutica.
Doenças do sistema imunitário
Muito raros (<1/10.000): vasculite leucocitoclástica, reacções de hipersensibilidademoderada que podem originar uma reacção grave com dispneia, diminuição de pressãoarterial e algumas vezes choque. São possíveis reacções alérgicas cruzadas comsulfonilureias, sulfonamidas ou substâncias semelhantes.
Doenças do metabolismo e da nutrição
Raros (?1/10.000, <1/1.000): hipoglicémia.
Estas reacções hipoglicémicas que ocorrem imediatamente, na maior parte dos casos,podem ser graves e não são sempre fáceis de corrigir. A ocorrência de tais reacções, talcomo para outras terapêuticas hipoglicemiantes, depende de factores individuais, taiscomo hábitos dietéticos e posologia (ver também ?Tomar especial cuidado com Aglidil?).

Afecções oculares
Especialmente no início do tratamento, podem ocorrer perturbações transitórias da visãodevido a alterações dos níveis de glicémia.
Doenças gastrointestinais
Muito raros (<1/10.000): náuseas, vómitos, diarreia, distensão abdominal, desconfortoabdominal, e dor abdominal que implicam poucas vezes a interrupção do tratamento.
Afecções hepatobiliares
Aumento das enzimas hepáticas.
Muito raros (<1/10.000): função hepática anormal (p.ex. com colestase e icterícia),hepatite e insuficiência hepática.
Afecções dos tecidos cutâneos e subcutâneas
Podem ocorrer reacções cutâneas de hipersensibilidade, prurido, rash , urticária efotossensibilidade.
Exames complementares de diagnóstico
Muito raros (<1/10.000): diminuição da concentração do sódio no sangue.
Se algum dos efeitos secundários se agravar ou se detectar quaisquer efeitos secundáriosnão mencionados neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.

5. COMO CONSERVAR O AGLIDIL

O medicamento não necessita de quaisquer precauções especiais de conservação.
Conservar na embalagem de origem.

Manter fora do alcance e da vista das crianças.
Não utilize o Aglidil após o prazo de validade impresso na embalagem exterior, após
Val. O prazo de validade corresponde ao último dia do mês indicado.
Não utilize Aglidil se verificar a existência de sinais visíveis de deterioração.
Os medicamentos não devem ser eliminados na canalização ou no lixo doméstico.
Pergunte ao seu farmacêutico como eliminar os medicamentos de que já não necessita.
Estas medidas irão ajudar a proteger o ambiente.

6. OUTRAS INFORMAÇÕES

Qual a composição de Aglidil
– A substância activa é a glimepirida.
Cada comprimido Aglidil 1 mg contém 1 mg de glimepirida.
– Os outros componentes são: lactose mono-hidratada, carboximetilamido sódico Tipo A,estearato de magnésio, povidona (K-30), óxido de ferro vermelho (E-172)
Cada comprimido Aglidil 2 mg contém 2 mg de glimepirida.
– Os outros componentes são: lactose mono-hidratada, carboximetilamido sódico Tipo A,estearato de magnésio, povidona (K-30), óxido de ferro amarelo (E-172), carmim de
índigo (E-132).
Cada comprimido Aglidil 3 mg contém 3 mg de glimepirida.
– Os outros componentes são: lactose mono-hidratada, carboximetilamido sódico Tipo A,estearato de magnésio, povidona (K-30), óxido de ferro amarelo (E-172).
Cada comprimido Aglidil 4 mg contém 4 mg de glimepirida.
– Os outros componentes são: lactose mono-hidratada, carboximetilamido sódico Tipo A,estearato de magnésio, povidona (K-30), carmim de índigo (E-132).

Qual o aspecto de Aglidil e conteúdo da embalagem
Aglidil 1 mg: Comprimidos redondos, de cor rosa, com face lateral em bisel e comranhura numa das faces. O comprimido pode ser dividido em metades iguais.
Aglidil 2 mg: Comprimidos ovais, de cor verde, com ranhura numa das faces. Ocomprimido pode ser dividido em metades iguais.
Aglidil 3 mg: Comprimidos ovais, de cor amarelo-pálido, com ranhura numa das faces. Ocomprimido pode ser dividido em metades iguais.
Aglidil 4 mg: Comprimidos ovais, de cor azul, com ranhura numa das faces. Ocomprimido pode ser dividido em metades iguais.

Embalagens com 30, 120 e 500 comprimidos.
Medicamento sujeito a receita médica.

Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante

Titular da Autorização de Introdução no Mercado

Laboratórios Vir Portugal, Lda.
Av. Conselheiro Fernando de Sousa, nº 19, 18º andar

1070-072 Lisboa
Portugal
Tel.: 21 3846300
Fax: 21 3870167

Fabricante

Industria Quimica y Farmaceutica VIR, S.A.
C/Laguna, 40-42. Poligono Industrial Urtinsa II
28923 Alcorcón-Madrid
Espanha
Tel.: 0034 91 486 29 90
Fax: 0034 91 486 29 91

Este folheto foi aprovado pela última vez em