﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Bulas de Medicamentos e Farmácias de Serviço &#187; sertralina</title>
	<atom:link href="http://www.folheto.net/category/antidepressores/sertralina-antidepressores/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.folheto.net</link>
	<description>Farmácias de Serviço, Bulas de Medicamentos, modo de administração, efeitos secundarios...</description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 Jul 2010 19:47:51 +0000</lastBuildDate>
	
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>CARACTERÍSTICAS DO Zoloft bula do medicamento</title>
		<link>http://www.folheto.net/caracteristicas-do-zoloft/</link>
		<comments>http://www.folheto.net/caracteristicas-do-zoloft/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 15:06:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Folheto Informativo do Medicamento</dc:creator>
				<category><![CDATA[sertralina]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[antidepressivos]]></category>
		<category><![CDATA[comprimidos revestidos]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.folheto.net/?p=4041</guid>
		<description><![CDATA[COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA DO ZOLOFT
Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;">RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO<br />
<strong>Zoloft</strong></h2>
<p><em><strong>1.	NOME DO MEDICAMENTO <strong>ZOLOFT</strong></strong></em></p>
<p><strong>Zoloft</strong> 50 mg <a title="" href="http://www.folheto.net/ibuprofeno-ratiopharm-200-mg-comprimidos-revestidos-ibuprofeno-bula-do-medicamento/" ><strong>comprimidos revestidos</strong></a> por película<br />
<strong>Zoloft</strong> 100 mg <a title="" href="http://www.folheto.net/caracteristicas-do-risperdal/" ><strong>comprimidos revestidos</strong></a> por película<br />
<strong>Zoloft</strong> 20 mg/ml concentrado para solução oral</p>
<p><em><strong>2.	<strong>COMPOSIÇÃO QUALITATIVA E QUANTITATIVA</strong> DO <strong>ZOLOFT</strong></strong></em><br />
Lista completa de excipientes, ver secção 6.1.</p>
<p><em><strong>3.	FORMA FARMACÊUTICA DO <strong>ZOLOFT</strong><br />
</strong></em><strong>Comprimidos revestidos</strong> por película.<br />
Os <strong>comprimidos revestidos</strong> por película são brancos e de forma capsular.</p>
<p>Concentrado para solução oral.<br />
O concentrado para solução oral é límpido e incolor.</p>
<p><strong><em>4.	INFORMAÇÕES CLÍNICAS DO <strong>ZOLOFT</strong><br />
4.1	Indicações terapêuticas</em></strong><br />
<a title="" href="http://www.folheto.net/tag/sertralina" ><strong><strong>Sertralina</strong></strong></a> está indicada para o <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/tratamento" title="Ver mais sobre tratamento" target="_blank">tratamento</a> de:<br />
Episódio depressivos major. Prevenção de recorrência de episódios depressivos major.<br />
Perturbação de pânico, com ou sem agorafobia.<br />
Perturbação Obsessiva-Compulsiva (POC) em adultos e doentes pediátricos com<br />
6-17 anos de idade.<br />
Perturbação de <a title="" href="http://www.folheto.net/caracteristicas-do-cipralex/" ><strong>ansiedade</strong></a> social.<br />
Perturbação de <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/stress" title="Ver mais sobre stress" target="_blank">Stress</a> Pós-Traumático (PTSD).</p>
<p><em><strong>4.2	<strong><strong>Posologia</strong> e modo de administração</strong></strong></em></p>
<p><a title="" href="http://www.folheto.net/zoloft/" ><strong><strong>Sertralina</strong></strong></a> deve ser administrada em toma única diária de manhã ou à noite. Os comprimidos de <strong><strong>sertralina</strong></strong> podem ser administrados com ou sem <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/alimentos" title="Ver mais sobre alimentos" target="_blank">alimentos</a>. O concentrado para solução oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong> pode ser administrado com ou sem alimentos.<br />
O concentrado para solução oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong> deve ser diluído antes da utilização (ver secção 6.6).</p>
<p><em><strong>Tratamento inicial</strong></em></p>
<p>Depressão e POC<br />
O tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong> deve ser iniciado com uma dose de 50 mg/dia.</p>
<p>Perturbação de Pânico, PTSD e Perturbação de <a title="" href="http://www.folheto.net/tranxene/" ><strong>Ansiedade</strong></a> Social O tratamento deve ser iniciado com uma dose de 25 mg/dia. Após uma semana, a dose deverá ser aumentada para 50 mg, uma vez ao dia. Este regime posológico tem demonstrado reduzir a frequência dos efeitos secundários precoces emergentes do tratamento, característicos da perturbação de pânico.</p>
<p><em><strong>Titulação</strong></em></p>
<p>Depressão, POC, Perturbação de Pânico, Perturbação de <strong>Ansiedade</strong> Social e PTSD<br />
Os doentes que não respondam a uma dose de 50 mg poderão beneficiar de aumentos da dose. As alterações na dose devem ser efectuadas em incrementos de 50 mg com intervalos de, pelo menos, uma semana, até à dose máxima de 200 mg/dia. Alterações na dose não devem ser efectuadas mais que uma vez por semana, tendo em conta as 24 horas de semi-vida de eliminação da <strong><strong>sertralina</strong></strong>.</p>
<p>O início do efeito terapêutico pode ser observado dentro de sete dias. No entanto, são habitualmente necessários períodos mais longos para que se demonstre resposta terapêutica, especialmente na POC.</p>
<p><em><strong>Manutenção</strong></em></p>
<p>A dose durante a terapêutica prolongada deve manter-se no mais baixo nível eficaz, com ajustes subsequentes consoante a resposta terapêutica.</p>
<p><em><strong>Depressão</strong></em><br />
O tratamento prolongado pode também ser apropriado na prevenção da recorrência de episódios depressivos major (EDM). Na maioria dos casos, a dose recomendada na prevenção da recorrência de EDM é igual à utilizada durante o episódio corrente. Os doentes com depressão devem ser tratados por um período de tempo suficiente, de pelo menos 6 meses, para assegurar que estão livre de sintomas.</p>
<p><em><strong>Perturbação de pânico e POC</strong></em><br />
Deve-se avaliar regularmente o tratamento continuado na perturbação de pânico e POC, uma vez que não se demonstrou a prevenção de recaídas nestas perturbações.</p>
<p><em><strong>Doentes pediátricos</strong></em></p>
<p>Crianças e adolescentes com perturbação obsessiva compulsiva 13-17 anos: inicialmente 50 mg, uma vez ao dia.<br />
6-12 anos: inicialmente 25 mg, uma vez ao dia. A dose pode ser aumentada para 50 mg, uma vez ao dia, após uma semana.</p>
<p>As doses subsequentes podem ser aumentadas, nos casos em que resposta é inferior ao desejado, em incrementos de 50 mg durante algumas semanas, conforme necessário. A dose máxima é de 200 mg por dia. No entanto, quando ocorrem aumentos em relação à dose de 50 mg deve ter-se em consideração o peso corporal geralmente inferior nas crianças em comparação com os adultos. As alterações da dose não devem ocorrer em intervalos inferiores a uma semana.</p>
<p>Não foi demonstrada eficácia em doentes pediátricos com depressão major.</p>
<p>Não estão disponíveis dados relativos a crianças com idade inferior a 6 anos (ver secção 4.4).</p>
<p><em><strong>Utilização no idoso</strong></em><br />
A dose deve ser ajustada com precaução em idosos, uma vez que o risco de hiponatremia pode estar aumentado (ver secção 4.4).</p>
<p><em><strong>Utilização na insuficiência hepática</strong></em><br />
A utilização da <strong><strong>sertralina</strong></strong> em doentes com doença hepática deve ser feita com precaução. Em doentes com insuficiência hepática, deve ser considerada a utilização de uma dose menor ou menos frequente (ver secção 4.4). A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não deve ser utilizada nos casos de insuficiência hepática grave, uma vez que não estão disponíveis dados clínicos (ver secção 4.4).</p>
<p><em><strong>Utilização na insuficiência renal</strong></em><br />
Não é necessário ajuste de dose em doentes com insuficiência renal (ser secção 4.4).</p>
<p>Sintomas de privação observados na descontinuação da <strong><strong>sertralina</strong></strong> A descontinuação abrupta deve ser evitada. Quando se interrompe o tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong>, a dose deve ser gradualmente reduzida ao longo de um período de, pelo menos, uma a duas semanas, a fim de reduzir o risco de reacções de privação (ver secções 4.4 e 4.8). Caso ocorram sintomas intoleráveis após uma diminuição da dose ou descontinuação do tratamento, poderá considerar-se retomar a dose<br />
prescrita anteriormente. Subsequentemente, o médico pode continuar a diminuir a dose, mas a um ritmo mais lento.</p>
<p><em><strong>4.3	Contra-indicações</strong></em></p>
<p><strong>Hipersensibilidade</strong> à substância activa ou a qualquer dos excipientes. A administração concomitante de <strong>inibidores</strong> da monoaminoxidase (IMAOs) está contra-indicada, devido ao risco de síndrome serotoninérgica que inclui sintomas como agitação, <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/tremor" title="Ver mais sobre tremor" target="_blank"><strong>tremor</strong></a> e hipertermia. O tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong> não deve ser iniciado no período de, pelo menos, 14 dias após descontinuação do tratamento com um IMAO irreversível. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> deve ser descontinuada, pelo menos, 7 dias antes do início do tratamento com um IMAO irreversível (ver secção 4.5).</p>
<p>A administração concomitante da pimozida é contra-indicada (ver secção 4.5).</p>
<p>O concentrado para solução oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong> é contra-indicado com a utilização de dissulfiram, devido ao seu conteúdo alcoólico (ver secções 4.4 e 4.5).</p>
<p><em><strong>4.4	Advertências e <strong>precauções especiais de utilização</strong></strong></em></p>
<p>Mudança do tratamento iniciado com <strong>inibidores</strong> selectivos da recaptação da serotonina (ISRS), <a title="" href="http://www.folheto.net/caracteristicas-do-seroxat/" ><strong>antidepressivos</strong></a> ou fármacos para o tratamento da POC A experiência referente a ensaios controlados é limitada no que se refere à ocasião considerada óptima para mudar o tratamento com ISRSs, <a title="" href="http://www.folheto.net/caracteristicas-do-anafranil/" ><strong>antidepressivos</strong></a> ou fármacos para o tratamento da POC para a <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Deverá efectuar-se uma avaliação médica cuidada e prudente aquando desta mudança de tratamento, particularmente no caso de fármacos de acção prolongada, como a <strong><strong>fluoxetina</strong></strong>.</p>
<p><strong>Outros</strong> fármacos serotoninérgicos ex. triptofano, fenfluramina e agonistas 5-HT A co-administração de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e <strong>outros</strong> fármacos que aumentam os efeitos da neurotransmissão serotoninérgica, tais como triptofano ou fenfluramina ou agonistas 5-HT, ou o produto à base de hipericão (Hypericum perforatum), deve ser efectuada com precaução e evitada sempre que possível, atendendo ao potencial desenvolvimento de interacções farmacodinâmicas.</p>
<p><strong><em>Activação de hipomania ou mania</em></strong><br />
Foram notificados sintomas maníacos/hipomaníacos emergentes numa pequena proporção de doentes tratados com fármacos <strong>antidepressivos</strong> e para o tratamento da POC, incluindo a <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Assim, a <strong><strong>sertralina</strong></strong> deve ser utilizada com precaução em doentes com história de mania/hipomania. É necessário o seguimento do doente pelo médico. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> deverá ser descontinuada nos doentes que entrem numa fase maníaca.</p>
<p><em><strong>Esquizofrenia</strong></em><br />
Os sintomas psicóticos podem ser agravados em doentes esquizofrénicos. Crises epilépticas<br />
Podem ocorrer crises epilépticas com o tratamento com sertralina: a <strong><strong>sertralina</strong></strong> deve ser evitada em doentes com epilepsia instável e os doentes com epilepsia controlada devem ser cuidadosamente monitorizados. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> deverá ser descontinuada em qualquer doente que desenvolva crises epilépticas.</p>
<p><a title="" href="http://vidadequalidade.org/tag/suicidio/" ><strong>Suicídio</strong></a>/ideação suicida/tentativa de <a title="" href="http://www.folheto.net/caracteristicas-do-seroxat/" ><strong>suicídio</strong></a> ou agravamento da situação clínica A depressão está associada a um aumento do risco de ideação suicida, auto-agressividade e <strong>suicídio</strong> (pensamentos/comportamentos relacionados com <strong>suicídio</strong>). O risco prevalece até que ocorra remissão significativa dos sintomas. Como durante as primeiras semanas, ou mais, de tratamento pode não se verificar qualquer melhoria, os doentes deverão ter uma vigilância mais rigorosa até que essa melhoria ocorra. De acordo com a experiência clínica geral, o risco de <strong>suicídio</strong> pode estar aumentado nas fases iniciais da recuperação.</p>
<p><strong>Outros</strong> distúrbios psiquiátricos para os quais a <strong><strong>sertralina</strong></strong> é prescrita podem estar associados ao aumento do risco de ideação/comportamentos relacionados com o <strong>suicídio</strong>. Adicionalmente, estas condições podem ser co-mórbidas com os distúrbios depressivos major. Consequentemente, deverão ser tomadas as mesmas precauções que aquando do tratamento de doentes com distúrbios depressivos major e durante o tratamento de doentes com outras doenças psiquiátricas.</p>
<p>Os doentes com história de pensamentos/comportamentos relacionados com <strong>suicídio</strong>, que apresentem um grau significativo destes sintomas antes do início do tratamento, apresentam também um maior risco de ideação suicida ou de tentativa de <strong>suicídio</strong>, devendo, por este motivo, ser cuidadosamente monitorizados durante o tratamento. Uma meta-análise de ensaios clínicos controlados com placebo em adultos com distúrbios psiquiátricos demonstrou um aumento do risco de comportamentos relacionados com o <strong>suicídio</strong> em doentes com menos de 25 anos a tomar <strong>antidepressivos</strong>, comparativamente aos doentes a tomar placebo.</p>
<p>A terapêutica medicamentosa deverá ser acompanhada de uma monitorização rigorosa, em particular nos doentes de maior risco, especialmente na fase inicial do tratamento ou na sequência de alterações posológicas. Os doentes, e os prestadores de cuidados de saúde, devem ser alertados para a necessidade de monitorização relativamente a qualquer agravamento da sua situação clínica, pensamentos/comportamentos relacionados com o suicido e para procurar assistência médica imediatamente caso estes ocorram.</p>
<p>Utilização em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não deve ser utilizada no tratamento de crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos, excepto nos casos de doentes com perturbação obsessiva¬compulsiva com 6-17 anos de idade. Foram observados com maior frequência comportamentos relacionados com o <strong>suicídio</strong> (tentativa de <strong>suicídio</strong> e ideação suicida) e hostilidade (predominantemente agressão, comportamento de oposição e cólera) em ensaios clínicos com crianças e adolescentes tratados com <strong>antidepressivos</strong>, em comparação com os que se encontravam a tomar placebo. Se, não obstante, com base na necessidade clínica, a decisão de tratamento for tomada, o doente deve ser rigorosamente monitorizado em relação ao aparecimento de sintomas suicidas. Não estão disponíveis dados de segurança a longo prazo em crianças e adolescentes no que se refere ao crescimento, à maturação e ao desenvolvimento cognitivo e comportamental. Os médicos devem monitorizar os doentes pediátricos em tratamento prolongado para alterações nestes sistemas corporais.</p>
<p><em><strong>Alterações hemorrágicas/hemorragia</strong></em><br />
Foram notificados casos de alterações hemorrágicas cutâneas, tais como equimoses e púrpura e <strong>outros</strong> acontecimentos hemorrágicos como hemorragias gastrintestinais ou ginecológicas associadas à utilização de ISRSs. Recomenda-se precaução aos doentes a tomar ISRSs, em particular em uso concomitante com fármacos que tenham efeito na função plaquetária (ex. <strong>anticoagulantes</strong>, <strong><strong>antipsicóticos</strong></strong> atípicos e fenotiazidas, a maioria dos <strong>antidepressivos</strong> tricíclicos, ácido acetilsalicílico e <strong>anti-inflamatórios não esteróides</strong> (AINEs)), assim como em doentes com história de alterações hemorrágicas (ver secção 4.5).</p>
<p><em><strong>Hiponatremia</strong></em><br />
Pode ocorrer hiponatremia como resultado do tratamento com ISRSs ou ISRNs, incluindo <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Em muitos casos, a hiponatremia aparenta ser o resultado de uma síndrome de secreção inadequada de <strong>hormona</strong> antidiurética (SIHAD). Foram notificados casos de níveis séricos de sódio inferiores a 110 mmol/l. Os doentes idosos podem apresentar um risco acrescido de desenvolvimento de hiponatremia com ISRSs e ISRNs. Doentes em tratamento com diuréticos ou que estejam com depleção do volume também podem apresentar risco acrescido (ver Utilização no idoso). Deve ser considerada a descontinuação da <strong><strong>sertralina</strong></strong> e instituição da intervenção médica adequada nos doentes com hiponatremia sintomática. Os sinais e sintomas de hiponatremia incluem <strong>cefaleia</strong>, dificuldades de concentração, compromisso da memória, confusão, fraqueza e instabilidade, o que pode levar a quedas. Os sinais e sintomas associados a casos mais graves e/ou agudos incluíram alucinações, síncope, convulsões, coma, paragem respiratória e morte.</p>
<p>Sintomas de privação observados na descontinuação do tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong> Os sintomas de privação são comuns quando o tratamento é interrompido, sobretudo se for interrompido abruptamente (ver secção 4.8). Em ensaios clínicos, entre os doentes tratados com <strong><strong>sertralina</strong></strong>, a incidência de reacções de privação notificadas foi de 23% nos que interromperam o tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong> comparado aos 12% nos que continuaram a tomar <strong><strong>sertralina</strong></strong>.<br />
O risco de sintomas de privação pode estar dependente de vários factores, incluindo a duração e dose do tratamento e a taxa de redução da dose. As reacções notificadas com maior frequência foram tonturas, distúrbios sensoriais (incluindo parestesia), distúrbios do sono (incluindo insónia e sonhos intensos), agitação ou <strong>ansiedade</strong>, náuseas e/ou vómitos, <strong>tremor</strong> e <strong>cefaleia</strong>. Estes sintomas são, geralmente, ligeiros a moderados; contudo, em alguns doentes podem ser de intensidade grave. Ocorrem, normalmente, nos primeiros dias após a descontinuação do tratamento, contudo houve notificações muito raras destes sintomas em doentes que falharam uma dose inadvertidamente. Estes sintomas são, geralmente, limitados e normalmente resolvem-se em 2 semanas, podendo ser prolongados (2-3 meses ou mais) em alguns indivíduos. Portanto, aquando da descontinuação do tratamento, é recomendada a diminuição gradual da <strong><strong>sertralina</strong></strong> por um período de algumas semanas ou meses, conforme as necessidades do doente (ver secção 4.2).</p>
<p><em><strong>Acatísia/instabilidade psicomotora</strong></em><br />
A utilização de <strong><strong>sertralina</strong></strong> tem sido associada a desenvolvimento de acatísia, caracterizado por uma instabilidade desagradável subjectiva ou perturbadora e necessidade de agitar, muitas vezes acompanhada por uma incapacidade de sentar ou permanecer quieto. A probabilidade de ocorrência é maior nas primeiras semanas de tratamento. O aumento da dose pode ser prejudicial nos doentes que desenvolvem estes sintomas.</p>
<p><em><strong>Disfunção hepática</strong></em><br />
A <strong><strong>sertralina</strong></strong> é extensivamente metabolizada pelo <strong>fígado</strong>. Um estudo farmacocinético de doses múltiplas em doentes com cirrose hepática ligeira, estável, demonstrou um prolongamento da semi-vida de eliminação e uma AUC e Cmax aproximadamente três vezes superior em comparação com indivíduos saudáveis. Não foram observadas diferenças significativas na ligação às proteínas plasmáticas entre os dois grupos. A utilização da <strong><strong>sertralina</strong></strong> em doentes com doença hepática deve ser feita com precaução. Em doentes com disfunção hepática, deve ser considerada a utilização de uma dose menor ou menos frequente. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não deve ser utilizada em doentes com disfunção hepática grave (ver secção 4.2).</p>
<p><em><strong>Disfunção renal</strong></em><br />
A <strong><strong>sertralina</strong></strong> é extensivamente metabolizada, sendo a excreção do fármaco inalterado na urina uma via menor de eliminação. Em estudos de doentes com disfunção renal ligeira a moderada (depuração da <strong>creatinina</strong> 30-60 ml/min), ou moderada a grave (depuração da <strong>creatinina</strong> 10-29 ml/min) os parâmetros farmacocinéticos de doses múltiplas (AUC0-24 ou Cmax) não foram significativamente diferentes quando comparados com os grupos de controlo. Não é necessário qualquer ajuste na dose de <strong><strong>sertralina</strong></strong> a administrar em função do grau de disfunção renal.</p>
<p><em><strong>Utilização no idoso</strong></em><br />
Mais de 700 doentes idosos (&gt; 65 anos) participaram em ensaios clínicos O padrão e a incidência de reacções adversas nos idosos foram semelhantes aos dos doentes mais jovens.</p>
<p>Os ISRSs e os ISRNs, incluindo <strong><strong>sertralina</strong></strong> foram, contudo, associados a casos de hiponatremia clinicamente significativa em doentes idosos, que poderão apresentar um risco acrescido para este acontecimento adverso (ver Hiponatremia na secção 4.4).</p>
<p><em><strong><a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/diabetes" title="Ver mais sobre Diabetes" target="_blank">Diabetes</a></strong></em><br />
Em doentes com diabetes, o tratamento com ISRSs pode alterar o controlo glicémico, possivelmente devido à melhoria dos sintomas depressivos. O controlo glicémico deve ser cuidadosamente monitorizado nos doentes em tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong> e a dose de insulina e/ou medicamentos hipoglicemiantes orais concomitantes poderão necessitar de ajuste posológico.</p>
<p><strong><em>Terapia electroconvulsiva (TEC)</em></strong><br />
Não existem estudos clínicos que estabeleçam os riscos ou os benefícios da utilização combinada de TEC e <strong><strong>sertralina</strong></strong>.</p>
<p><em><strong>Concentrado para solução oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong></strong></em><br />
O concentrado para solução oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong> contém 12% de <strong>etanol</strong> (ver secções 4.3 e 4.5), <strong>glicerol</strong> e butilhidroxitolueno.<br />
Etanol: o conteúdo alcoólico deve ser tido em consideração em doentes que sofrem de disfunção hepática, alcoolismo, epilepsia, doença ou trauma cerebral, e em mulheres grávidas e crianças.<br />
Butilhidroxitolueno: pode causar irritação dos olhos, pele e membranas mucosas. Glicerol: em doses elevadas, pode causar <strong>cefaleia</strong>, dor abdominal e diarreia.</p>
<p><em><strong>4.5 Interacções medicamentosas e outras formas de interacção</strong></em></p>
<p><em><strong>Contra-indicados</strong></em></p>
<p><em><strong><strong>Inibidores</strong> da Monoaminoxidae<br />
IMAO irreversíveis não selectivos (selegilina)</strong></em><br />
A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não deve ser utilizada em tratamento concomitante com IMAOs irreversíveis (não selectivos) como a selegilina. O tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong> não deve ser iniciado no período de, pelo menos, 14 dias após a descontinuação do tratamento com um IMAO irreversível (não selectivo). A <strong><strong>sertralina</strong></strong> deve ser descontinuada, pelo menos, 7 dias antes do início do tratamento com um IMAO irreversível (não selectivo) (ver secção 4.3).</p>
<p><em><strong>Inibidor selectivo da MAO-A (<strong><strong>moclobemida</strong></strong>)</strong></em><br />
Devido ao risco de síndrome serotoninérgica, a utilização concomitante de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e um IMAO selectivo, como a <strong><strong>moclobemida</strong></strong>, não é recomendada. Após o tratamento com um IMAO reversível, pode ser feito um período de descontinuação inferior a 14 dias antes do início do tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Recomenda-se a descontinuação da <strong><strong>sertralina</strong></strong>, pelo menos, 7 dias antes do início do tratamento com um IMAO reversível (ver secção 4.3).</p>
<p><strong><em>IMAO reversível não selectivo (linezolida)</em></strong><br />
O antibiótico linezolida é um IMAO reversível e não selectivo fraco e não deve ser administrado a doentes tratados com <strong><strong>sertralina</strong></strong> (ver secção 4.3).</p>
<p>Foram notificadas reacções adversas graves em doentes que tinham descontinuado um IMAO recentemente e iniciado o tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong>, ou em tratamento recente com <strong><strong>sertralina</strong></strong> descontinuada antes do início do tratamento com IMAO. Estas reacções incluíram <strong>tremor</strong>, mioclonia, diaforese, náusea, vómitos, rubor, tonturas e hipertermia com características semelhantes às da síndrome maligna dos neurolépticos, ataques epilépticos e morte.</p>
<p><em><strong>Pimozida</strong></em><br />
Foi demonstrado aumento dos níveis de pimozida, de aproximadamente 35%, num estudo de utilização deste fármaco em dose baixa única (2 mg). Este aumento não foi associado a alterações no ECG. No entanto, dada o estreito índice terapêutico da pimozida e uma vez que o mecanismo desta interacção é desconhecido, a administração concomitante de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e pimozida é contra-indicada (ver secção 4.3).<br />
A co-administração com a <strong><strong>sertralina</strong></strong> não é recomendada Depressores do SNC e álcool<br />
Em indivíduos saudáveis, a co-administração de <strong><strong>sertralina</strong></strong> na dose diária de 200 mg não potenciou os efeitos do álcool, <strong><strong>carbamazepina</strong></strong>, <strong>haloperidol</strong> ou fenitoína, sobre o desempenho cognitivo e psicomotor; contudo, não é recomendada a administração concomitante de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e álcool.</p>
<p><strong>Outros</strong> fármacos serotononinérgicos Ver secção 4.4.</p>
<p><em><strong>Precauções especiais</strong></em></p>
<p><em><strong>Lítio</strong></em><br />
Num ensaio clínico controlado com placebo, efectuado em voluntários saudáveis, a co-administração de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e lítio não alterou a farmacocinética do lítio, embora tenha resultado num aumento do <strong>tremor</strong> relativamente ao placebo, indicando, assim, a existência de uma possível interacção farmacodinâmica. Os<br />
doentes devem ser adequadamente monitorizados aquando da co-administração de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e lítio.</p>
<p>Fenitoína<br />
Um ensaio clínico controlado com placebo, efectuado em voluntários saudáveis, sugeriu que a administração crónica de 200 mg/dia de <strong><strong>sertralina</strong></strong> não causa inibição clinicamente importante no metabolismo da fenitoína. No entanto, como algumas notificações resultaram de elevada exposição à fenitoína em doentes a utilizar <strong><strong>sertralina</strong></strong>, recomenda-se a monitorização das concentrações plasmáticas de fenitoína após o início da terapêutica com <strong><strong>sertralina</strong></strong>, com ajustes adequados da dose de fenitoína. Além disso, a administração concomitante de fenitoína pode provocar uma redução dos níveis plasmáticos de <strong><strong>sertralina</strong></strong>.</p>
<p>Triptanos<br />
Durante o período de pós-comercialização foram notificados casos raros de fraqueza, hiperreflexia, descoordenação, confusão, <strong>ansiedade</strong> e agitação após a administração de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e <strong><strong>sumatriptano</strong></strong>. Os sintomas da síndrome serotoninérgica também podem ocorrer com <strong>outros</strong> medicamentos da mesma classe (triptanos). Se a terapêutica concomitante de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e triptanos é clinicamente necessária, aconselha-se a observação adequada do doente (ver secção 4.4).</p>
<p><strong>Varfarina</strong><br />
A co-administração de <strong><strong>sertralina</strong></strong>, na dose diária de 200 mg, com <strong>varfarina</strong>, resultou num pequeno, mas estatisticamente significativo, aumento no tempo de protrombina, o que pode em alguns casos raros desequilibrar o valor de INR. Assim, o tempo de protrombina deve ser cuidadosamente monitorizado quando se inicia ou interrompe a terapêutica com a <strong><strong>sertralina</strong></strong>.</p>
<p>Outras interacções medicamentosas, <strong><strong>digoxina</strong></strong>, <strong><strong>atenolol</strong></strong>, <strong><strong>cimetidina</strong></strong> A co-administração com <strong><strong>cimetidina</strong></strong> causou uma diminuição substancial na depuração da <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Desconhece-se o significado clínico destas alterações. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não teve efeito na actividade bloqueadora beta-adrenérgica do <strong><strong>atenolol</strong></strong>.<br />
Não se observaram interacções da <strong><strong>sertralina</strong></strong>, na dose diária de 200 mg, com a <strong><strong>digoxina</strong></strong>.</p>
<p><em><strong>Fármacos que afectam a função plaquetária</strong></em><br />
O risco de <strong>hemorragia</strong> pode ser aumentado quando fármacos com efeito na função plaquetária (ex: AINEs, ácido acetilsalicílico e <strong><strong>ticlopidina</strong></strong>), ou <strong>outros</strong> fármacos que possam aumentar o risco de <strong>hemorragia</strong>, são administrados concomitantemente com ISRSs, incluindo <strong><strong>sertralina</strong></strong> (ver secção 4.4).</p>
<p><em><strong>Fármacos metabolizados pelo citocromo P450</strong></em><br />
A <strong><strong>sertralina</strong></strong> pode actuar como um inibidor ligeiro a moderado de CYP 2D6. A administração crónica com 50 mg diários de <strong><strong>sertralina</strong></strong> mostrou um aumento moderado (média 23%-37%) dos níveis plasmáticos de desipramina (um marcador da actividade da isoenzima CYP 2D6) no estado estacionário. Podem ocorrer interacções clinicamente significativas com <strong>outros</strong> substratos da CYP 2D6 que tenham um índice terapêutico estreito, tal como anti-arrítmicos de classe 1C como a <strong>propafenona</strong> e a flecainida, ATCs e <strong><strong>antipsicóticos</strong></strong> típicos, sobretudo com doses elevadas de <strong><strong>sertralina</strong></strong>.</p>
<p>A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não actua como inibidor da CYP 3A4, CYP 2C9, CYP 2C19, e CYP 1A2 em grau clinicamente significativo. Tal foi confirmado por estudos de interacção in vivo com substratos da CYP 3A4 (cortisol endógeno, <strong><strong>carbamazepina</strong></strong>, terfenadina, <strong>alprazolam</strong>), substrato <strong><strong>diazepam</strong></strong> da CYP 2C19 e substratos da CYP 2C9, tolbutamida, <strong>glibenclamida</strong> e fenitoína. Estudos in vitro indicam que a <strong><strong>sertralina</strong></strong> tem pouco, ou nenhum, potencial para inibir a CYP 1A2.</p>
<p>Concentrado para solução oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e dissulfiram O concentrado para solução oral contém uma pequena quantidade de álcool. A ingestão de <strong>etanol</strong> irá resultar numa reacção adversa com o dissulfiram, enquanto persistirem níveis séricos de dissulfiram, ou enquanto a actividade da acetilaldeído desidrogenase estiver diminuída. Dependendo da função hepática, este efeito poderá verificar-se até duas semanas após a toma da última dose de dissulfiram, embora uma semana seja a duração mais comum a esperar com doses normais. Portanto, o concentrado para solução oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong> não deverá ser administrado concomitantemente com dissulfiram, nem nos 14 dias seguintes após a descontinuação do tratamento com dissulfiram (ver secções 4.3 e 4.4).</p>
<p><em><strong>4.6 <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/gravidez" title="Ver mais sobre gravidez" target="_blank"><strong>Gravidez</strong></a> e aleitamento</strong></em></p>
<p><strong>Gravidez</strong><br />
Não existem estudos bem controlados na mulher grávida. Contudo, uma quantidade substancial de dados não revelou evidência de indução de malformações congénitas provocadas pela <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Os estudos em <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/animais" title="Ver mais sobre animais" target="_blank">animais</a> revelaram evidência de efeitos na reprodução, provavelmente devido a toxicidade materna causada pela acção farmacodinâmica do composto e/ou acção farmacodinâmica directa do composto no feto (ver 5.3).</p>
<p>Têm sido notificados sintomas compatíveis com as reacções de privação em alguns recém-nascidos, cujas mães estiveram medicadas com <strong><strong>sertralina</strong></strong> durante a <strong>gravidez</strong>. Este fenómeno foi igualmente observado com <strong>outros</strong> <strong>antidepressivos</strong> ISRSs. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não é recomendada durante a <strong>gravidez</strong>, a menos que a condição clínica da mulher pressuponha um benefício do tratamento superior ao risco potencial.<br />
Os recém nascidos devem ser observados caso a utilização de <strong><strong>sertralina</strong></strong> se mantenha nas fases finais da <strong>gravidez</strong>, em particular no terceiro trimestre. Os seguintes sintomas podem ocorrer nos recém-nascidos após utilização materna de <strong><strong>sertralina</strong></strong> nas fases finais da gravidez: dificuldade respiratória, cianose, apneia, crises epilépticas, temperatura instável, dificuldades de alimentação, vómito, <strong>hipoglicemia</strong>, hipertonia, hipotonia, hiperreflexia, <strong>tremor</strong>, nervosismo, irritabilidade, letargia, choro constante, sonolência e dificuldade em adormecer. Estes sintomas podem ser devidos a efeitos serotoninérgicos ou sintomas de privação. Na maioria dos casos as complicações começaram imediatamente ou pouco depois (&lt;24 horas) do parto.</p>
<p>Aleitamento<br />
Os dados publicados relativamente aos níveis de <strong><strong>sertralina</strong></strong> no <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/leite-materno" title="Ver mais sobre leite materno" target="_blank">leite materno</a> revelam a excreção de pequenas quantidades de <strong><strong>sertralina</strong></strong> e do seu metabolito N-desmetilsertralina no leite. De um modo geral, foram encontrados níveis séricos negligenciáveis ou indetectáveis em bebés, com excepção de um bebé com níveis séricos de cerca de 50% do nível materno (mas sem um efeito considerável na saúde deste bebé). Até à data, não foram notificados efeitos adversos na saúde de bebés amamentados por mulheres que utilizem <strong><strong>sertralina</strong></strong>, contudo o risco não pode ser excluído. A utilização em mulheres a amamentar não é recomendado excepto se, de acordo com a decisão do médico, o benefício for superior ao risco.</p>
<p><em><strong>4.7	Efeitos sobre a capacidade de conduzir e utilizar máquinas</strong></em></p>
<p>Os estudos clínicos farmacológicos demonstraram que a <strong><strong>sertralina</strong></strong> não afecta o desempenho psicomotor. Contudo, como os fármacos psicotrópicos podem afectar as capacidades mentais e físicas necessárias para a realização de tarefas potencialmente perigosas, como seja a condução ou o uso de máquinas, os doentes devem ser avisados dessa possibilidade.</p>
<p><em><strong>4.8	<strong>Efeitos indesejáveis</strong></strong></em></p>
<p>O efeito indesejável mais frequente é náusea. No tratamento da perturbação de <strong>ansiedade</strong> social, ocorreu disfunção sexual (falência ejaculatória) em 14% dos homens a tomar <strong><strong>sertralina</strong></strong> vs 0% com placebo. Estes <strong>efeitos indesejáveis</strong> são dependentes da dose e são, frequentemente, de natureza transitória com a continuação do tratamento.</p>
<p>O perfil de efeitos secundários frequentemente observado em ensaios clínicos em dupla ocultação, controlados com placebo, em doentes com POC, perturbação de pânico, PTSD e perturbação de <strong>ansiedade</strong> social foi semelhante ao observado em ensaios clínicos efectuados em doentes com depressão.<br />
A Tabela 1 apresenta as reacções adversas observadas a partir da experiência pós-comercialização (frequência desconhecida) e ensaios clínicos controlados com placebo (compreendendo um total de 2542 doentes no grupo da <strong><strong>sertralina</strong></strong> e 2145 no grupo placebo) na depressão, POC, perturbação de pânico, PTSD e perturbação de <strong>ansiedade</strong> social.<br />
Algumas das reacções adversas listadas na Tabela 1 podem diminuir em intensidade e frequência com a continuação do tratamento e não levam, geralmente, à cessação do tratamento.</p>
<p>Tabela 1: Reacções Adversas<br />
Frequência de reacções adversas observadas em ensaios clínicos controlados com placebo na depressão, POC, perturbação de pânico, PTSD e perturbação de <strong>ansiedade</strong> social. Análise conjunta e experiência pós-comercialização (frequência desconhecida).</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="90" valign="top">Muito</p>
<p>Frequentes</p>
<p>£1/10)</td>
<td width="82" valign="top">Frequentes £1/100 a &lt;1/10)</td>
<td width="100" valign="top">Pouco Frequentes £1/1000 a</p>
<p>&lt;1/100)</td>
<td width="56" valign="top">Raros £1/10 000 a &lt;</p>
<p>1/1000)</td>
<td width="49" valign="top">Muito</p>
<p>raros</p>
<p>(&lt;1/10</p>
<p>000)</td>
<td width="124" valign="top">Frequência desconhecida</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Infecções e infestações</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">Faringite</td>
<td width="100" valign="top">Infecção no aparelho respiratório superior, <strong>rinite</strong></td>
<td width="56" valign="top">Diverti</p>
<p>culite,</p>
<p>gastren</p>
<p>terite,</p>
<p>otite</p>
<p>média</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Neoplasias benignas,   malignas e não especificadas (incl.quistos e <strong>polipos</strong>)</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">Neopla sia|</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Doenças do <strong>sangue</strong> e do   sistema linfático</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">Linfoa denopa tia</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Leucopenia, trombocitopenia</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Doenças do sistema   imunitário</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Reacção anafilactóide, reacção alérgica, alergia</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Doenças endócrinas</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">Muito</td>
<td width="82" valign="top">Frequentes</td>
<td width="100" valign="top">Pouco</td>
<td width="56" valign="top">Raros</td>
<td width="49" valign="top">Muito</td>
<td width="124" valign="top">Frequência</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">Frequentes</td>
<td width="82" valign="top">£1/100 a</td>
<td width="100" valign="top">Frequentes</td>
<td width="56" valign="top">£1/10</td>
<td width="49" valign="top">raros</td>
<td width="124" valign="top">desconhecida</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">£1/10)</td>
<td width="82" valign="top">&lt;1/10)</td>
<td width="100" valign="top">£1/1000 a</td>
<td width="56" valign="top">000 a &lt;</td>
<td width="49" valign="top">(&lt;1/10</td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top">&lt;1/100)</td>
<td width="56" valign="top">1/1000)</td>
<td width="49" valign="top">000)</td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Hiperprolactinemi</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">a, hipotiroidismo e</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">síndrome de</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">secreção</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">inadequada de</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">ADH</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Doenças do metabolismo e da nutrição</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">Anorexia,</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">Hiperc</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Hiponatremia</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">aumento do</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">olester</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">apetite*</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">olemia,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">hipogli</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">cemia</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Perturbações do foro psiquiátrico</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">Insónia</td>
<td width="82" valign="top">Depressão*</td>
<td width="100" valign="top">Alucinação*,</td>
<td width="56" valign="top">Perturb</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Paroniria,</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">(19%)</td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top">euforia*,</td>
<td width="56" valign="top">ação de</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">comportamento/id</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">despersonal</td>
<td width="100" valign="top">apatia,</td>
<td width="56" valign="top">convers</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">eação suicida***</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">ização,</td>
<td width="100" valign="top">pensamentos</td>
<td width="56" valign="top">ão,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">pesadelos,</td>
<td width="100" valign="top">anómalos</td>
<td width="56" valign="top">depend</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"><strong>ansiedade</strong>*,</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">ência</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">agitação*,</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">farmac</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">nervosismo,</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">ológica</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">diminuição</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">da líbido*,</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">perturb</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">bruxismo</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">ação</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">psicótic</p>
<p><sub>a*,</sub></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"><sup>a</sup> •&gt;</p>
<p>agressã</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">o*,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">paranói</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">a,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">ideação</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">suicida,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">sonamb</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">ulismo,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">ejacula</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">ção</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">precoce</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">Muito</td>
<td width="82" valign="top">Frequentes</td>
<td width="100" valign="top">Pouco</td>
<td width="56" valign="top">Raros</td>
<td width="49" valign="top">Muito</td>
<td width="124" valign="top">Frequência</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">Frequentes</td>
<td width="82" valign="top">£1/100 a</td>
<td width="100" valign="top">Frequentes</td>
<td width="56" valign="top">£1/10</td>
<td width="49" valign="top">raros</td>
<td width="124" valign="top">desconhecida</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">£1/10)</td>
<td width="82" valign="top">&lt;1/10)</td>
<td width="100" valign="top">£1/1000 a</td>
<td width="56" valign="top">000 a &lt;</td>
<td width="49" valign="top">(&lt;1/10</td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top">&lt;1/100)</td>
<td width="56" valign="top">1/1000)</td>
<td width="49" valign="top">000)</td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Doenças do <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/sistema-nervoso" title="Ver mais sobre sistema nervoso" target="_blank"><strong>sistema nervoso</strong></a></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">Tonturas,</td>
<td width="82" valign="top">Parestesia*,</td>
<td width="100" valign="top">Convulsões*,</td>
<td width="56" valign="top">Coma*,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Perturbações do</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">(11%),</td>
<td width="82" valign="top"><strong>tremor</strong>,</td>
<td width="100" valign="top">contracções</td>
<td width="56" valign="top">coreoat</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">movimento</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">Sonolência</td>
<td width="82" valign="top">hipertonia,</td>
<td width="100" valign="top">musculares</td>
<td width="56" valign="top">etose,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">(incluindo</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">(13%),</td>
<td width="82" valign="top">disgeusia,</td>
<td width="100" valign="top">involuntárias,</td>
<td width="56" valign="top">disciné</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">sintomas</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"><strong>Cefaleia</strong></td>
<td width="82" valign="top">perturbação</td>
<td width="100" valign="top">alterações da</td>
<td width="56" valign="top">sia,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">extrapiramidais</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">(21%)*</td>
<td width="82" valign="top">da atenção</td>
<td width="100" valign="top">coordenação,</td>
<td width="56" valign="top">hiperes</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">como hipercinesia,</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top">hipercinesia,</td>
<td width="56" valign="top">tesia,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">hipertonia,</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top">amnésia,</td>
<td width="56" valign="top">perturb</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">bruxismo ou</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top">hipoestesia*,</td>
<td width="56" valign="top">ação</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">alteração da</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top">perturbação da</td>
<td width="56" valign="top">sensori</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">marcha), síncope.</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top">fala, tonturas</td>
<td width="56" valign="top">al</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Foram também</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top">posturais,</td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">relatados sinais e</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"><strong>enxaqueca</strong>*</td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">sintomas</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">associados à</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">síndrome</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">serotoninérgica:</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">em alguns casos</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">associados à</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">utilização</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">concomitante de</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">fármacos</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">serotoninérgicos,</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">incluindo</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">agitação,</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">confusão,</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">diaforese, diarreia,</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"><strong>febre</strong>, hipertensão,</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">rigidez e</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">taquicardia.</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Acatísia e</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">instabilidade</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">psicomotora (ver</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">secção 4.4)</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Afecções oculares</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">Perturbaçõe</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">Glauco</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Visão alterada</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">s visuais</td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">ma,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">distúrbi</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">Muito</p>
<p>Frequentes</p>
<p>£1/10)</td>
<td width="82" valign="top">Frequentes £1/100 a &lt;1/10)</td>
<td width="100" valign="top">Pouco Frequentes £1/1000 a   &lt;1/100)</td>
<td width="56" valign="top">Raros £1/10 000 a &lt;   1/1000)</td>
<td width="49" valign="top">Muito raros (&lt;1/10 000)</td>
<td width="124" valign="top">Frequência desconhecida</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">o</p>
<p>lacrima</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"><sub>l, </sub>l,</p>
<p>escoto</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">mas, diplopi</p>
<p>a,</p>
<p>fotofob</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top">ia,</p>
<p>hifema, midrías e*</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Afecções do ouvido e do   labirinto</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top"><a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/acufenos" title="Ver mais sobre acufenos" target="_blank">Acufenos</a>*</td>
<td width="100" valign="top">Otalgia</td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Cardiopatias</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">Palpitações</p>
<p><sub>*</sub></td>
<td width="100" valign="top">Taquicardia</td>
<td width="56" valign="top">Enfarte</p>
<p>do</p>
<p>miocár dio,</p>
<p>bradica rdia, cardiop atia</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top">Vasculopatia s</td>
<td width="82" valign="top"></td>
<td width="100" valign="top"></td>
<td width="56" valign="top"></td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">Afrontamen tos*</td>
<td width="100" valign="top">Hipertensão*, rubor</td>
<td width="56" valign="top">Isquém ia</p>
<p>periféri ca</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top">Alterações hemorrágicas (tais como epistaxe, <strong>hemorragia</strong>   gastrintestinal ou hematúria)</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="6" width="500" valign="top">Doenças respiratórias,   torácicas e do mediastino</td>
</tr>
<tr>
<td width="90" valign="top"></td>
<td width="82" valign="top">Bocejar*</td>
<td width="100" valign="top">Broncoespasm o*, dispneia, epistaxe</td>
<td width="56" valign="top">Laring oespas mo,</td>
<td width="49" valign="top"></td>
<td width="124" valign="top"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Se a experiência adversa ocorreu na depressão, POC, perturbação de pânico, PTSD e perturbação de <strong>ansiedade</strong> social, o termo utilizado foi reclassificado de acordo com os termos utilizados nos estudos na depressão. | Foi notificado um caso de neoplasia num doente em tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong>, comparativamente a nenhum caso no grupo placebo. * estas reacções adversas também ocorreram na experiência pós-comercialização<br />
**o denominador usa o número combinado de doentes nesse grupo de género: <strong><strong>sertralina</strong></strong> (1118 homens, 1424 mulheres) placebo (926 homens, 1219 mulheres) Para POC, curto prazo, unicamente estudos de 1-12 semanas *** Foram notificados casos de ideação/comportamento suicida notificados durante o tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong> ou imediatamente após a descontinuação do tratamento (ver secção 4.4)</p>
<p>Sintomas de privação observados na descontinuação do tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong></p>
<p>A descontinuação do tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong> (sobretudo quando abrupto) leva frequentemente a sintomas de privação. As reacções notificadas com maior frequência são tonturas, perturbações sensoriais (incluindo parestesia), perturbações do sono (incluindo insónia e sonhos intensos), agitação ou <strong>ansiedade</strong>, náuseas e/ou vómitos, <strong>tremor</strong> e <strong>cefaleia</strong>. Estes sintomas são, geralmente, ligeiros a moderados; contudo, em alguns doentes podem ser de intensidade grave e/ou prolongados. Portanto, quando já não é necessário o tratamento com <strong><strong>sertralina</strong></strong>, a descontinuação do tratamento deve ser efectuada através da diminuição gradual da dose (ver secções 4.2 e 4.4).</p>
<p><em><strong>População idosa</strong></em></p>
<p>Os ISRSs ou ISRNs incluindo a <strong><strong>sertralina</strong></strong> foram associados a casos clinicamente significativos de hiponatremia em doentes idosos, que podem apresentar maior risco para este acontecimento adverso (ver secção 4.4).</p>
<p><em><strong>População pediátrica</strong></em></p>
<p>Em mais de 600 doentes tratados com <strong><strong>sertralina</strong></strong>, o perfil geral de reacções adversas foi, globalmente similar ao observado em estudos com adultos. As reacções adversas seguintes foram notificadas em ensaios clínicos controlados (n=281 doentes tratados com <strong><strong>sertralina</strong></strong>):<br />
Muito frequentes £1/10): <strong>cefaleia</strong> (22%), insónia (21%), diarreia (11%), náuseas (15%).<br />
Frequentes £1/100 a &lt;1/10): dor torácica, mania, pirexia, vómitos, anorexia, labilidade emocional, agressão, agitação, nervosismo, perturbações na atenção, tonturas, hipercinesia, <strong>enxaqueca</strong>, sonolência, <strong>tremor</strong>, perturbações visuais, xerostomia, <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/dispepsia" title="Ver mais sobre dispepsia" target="_blank"><strong>dispepsia</strong></a>, pesadelos, cansaço, incontinência urinária, erupção cutânea, <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/acne" title="Ver mais sobre acne" target="_blank"><strong>acne</strong></a>, epistaxe, flatulência.<br />
Pouco frequentes £1/1000 to &lt;1/100): prolongamento do intervalo QT no ECG, tentativa de <strong>suicídio</strong>, convulsões, sintomas extrapiramidais, parestesia, depressão, alucinação, púrpura, hiperventilação, anemia, alteração da função hepática, aumento da alanina aminotransferase, cistite, <strong>herpes</strong> simplex, otite externa, otalgia, dor <strong>ocular</strong>, midríase, indisposição, hematúria, erupção cutânea pustular, <strong>rinite</strong>, lesões, diminuição do peso, espasmos musculares, sonhos anómalos, apatia, albuminúria, polaquiúria, poliuria, dor na <strong>mama</strong>, alterações menstruais, alopécia, <strong>dermatite</strong>, afecções da pele, odor cutâneo alterado, urticária, bruxismo, afrontamentos.</p>
<p><em><strong>4.9 <strong>Sobredosagem</strong></strong></em></p>
<p><em><strong>Toxicidade</strong></em><br />
De acordo com a evidência disponível, a <strong><strong>sertralina</strong></strong> tem uma larga margem de segurança em situações de <strong>sobredosagem</strong>. Foram descritos casos de sobredosagens até 13,5 g. Foram igualmente descritos casos fatais de <strong>sobredosagem</strong> com <strong><strong>sertralina</strong></strong>, sobretudo em <strong>associação</strong> com <strong>outros</strong> fármacos e/ou álcool. Portanto, qualquer <strong>sobredosagem</strong> deve ser tratada rapidamente.</p>
<p><em><strong>Sintomas</strong></em><br />
Os sintomas de <strong>sobredosagem</strong> incluem efeitos secundários mediados pela serotonina, tais como sonolência, alterações gastrintestinais (como náuseas e vómitos), taquicardia, <strong>tremor</strong>, agitação e tonturas. Menos frequentemente, foram notificados casos de coma.</p>
<p><em><strong>Tratamento</strong></em><br />
Não existem antídotos específicos para a <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Dever-se-á estabelecer e manter uma via aérea e assegurar uma adequada oxigenação e ventilação, se necessário. O <strong>carvão activado</strong>, o qual pode ser utilizado com um catártico, pode ser tanto ou mais eficaz que a lavagem gástrica e deverá ser considerado no tratamento da <strong>sobredosagem</strong>. A indução da emese não é recomendada. Recomenda-se a monitorização dos sinais vitais e cardíacos, bem como medidas gerais sintomáticas e de suporte.<br />
Devido ao grande volume de distribuição da <strong><strong>sertralina</strong></strong>, a diurese forçada, a diálise, a hemoperfusão e a transfusão de substituição não deverão trazer benefício.</p>
<p><em><strong>5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS DO <strong>ZOLOFT</strong><br />
5.1 Propriedades farmacodinâmicas</strong></em><br />
Grupo farmacoterapêutico: 2.9.3 &#8211; <strong>Sistema Nervoso</strong> Central. Psicofármacos.<br />
<strong>Antidepressivos</strong>.<br />
Código ATC: N06A B06</p>
<p>A <strong><strong>sertralina</strong></strong> é um inibidor potente e específico da recaptação neuronal da serotonina (5-HT) in vitro, o que resulta na potenciação dos efeitos 5-HT em animais. Tem, somente, um efeito muito fraco na recaptação neuronal da noradrenalina e <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/dopamina" title="Ver mais sobre dopamina" target="_blank"><strong>dopamina</strong></a>. Em doses clínicas a <strong><strong>sertralina</strong></strong> bloqueia a recaptação da serotonina a nível das plaquetas humanas. Nos animais, a <strong><strong>sertralina</strong></strong> é destituída de actividade estimulante, sedativa ou anticolinérgica, bem como de cardiotoxicidade.<br />
Em estudos controlados com voluntários saudáveis, a <strong><strong>sertralina</strong></strong> não causou sedação e não interferiu com o desempenho psicomotor. De acordo com a sua inibição selectiva da recaptação da 5-HT, a <strong><strong>sertralina</strong></strong> não reforça a actividade catecolaminérgica. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não tem nenhuma afinidade para os receptores muscarínicos (colinérgicos), serotoninérgicos, dopaminérgicos, adrenérgicos, histaminérgicos, GABA ou benzodiazepínicos. A administração crónica de <strong><strong>sertralina</strong></strong> em animais associa-se a uma hiporegulação dos receptores cerebrais da noradrenalina, tal como se observa com <strong>outros</strong> fármacos clinicamente eficazes para tratamento da depressão e da POC.</p>
<p>A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não revelou qualquer potencial de abuso. Num estudo aleatorizado, comparativo, em dupla ocultação e controlado com placebo, em que se avaliou a probalidade de desenvolvimento de abuso com a <strong><strong>sertralina</strong></strong>, <strong>alprazolam</strong> e d-anfetamina no ser humano, a <strong><strong>sertralina</strong></strong> não produziu efeitos subjectivos positivos indicativos de potencial de abuso. Pelo contrário, o <strong>alprazolam</strong> e a d-anfetamina foram classificados com valores significativamente superiores ao placebo no que concerne às medidas de apetência pelo fármaco, euforia e potencial de abuso. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não produziu a estimulação nem a <strong>ansiedade</strong> associadas à d-anfetamina, nem a sedação ou a disfunção psicomotora associadas ao <strong>alprazolam</strong>. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> não funciona como reforço positivo no macaco rhesus treinado para auto-administração de cocaína, nem substitui, como estímulo descriminativo, a d-anfetamina ou o <strong><strong>fenobarbital</strong></strong> no macaco rhesus.</p>
<p><em><strong>Ensaios Clínicos</strong></em></p>
<p><em><strong>Depressão Major</strong></em><br />
Um estudo que envolveu doentes com depressão que responderam no final de uma fase de tratamento aberto inicial de 8 semanas com <strong><strong>sertralina</strong></strong> 50-200 mg/dia. Estes doentes (n = 295) foram aleatorizados para seguimento durante 44 semanas<br />
com <strong><strong>sertralina</strong></strong> 50-200 mg/dia, em dupla ocultação, ou placebo. Foi observadada uma menor taxa de recaída, estatisticamente significativa, nos doentes a tomar <strong><strong>sertralina</strong></strong> comparativamente aos que tomavam placebo. A dose média para os doentes que terminaram o estudo foi de 70 mg / dia. A % de doentes que respondem (definida como aqueles doentes que não sofreram recaída) para os braços <strong><strong>sertralina</strong></strong> e placebo foi 83,4% e 60,8%, respectivamente.</p>
<p><em><strong>Perturbação de Stress Pós-traumático (PTSD)</strong></em><br />
Os dados combinados de 3 estudos na PTSD, na população em geral, demonstrou uma menor taxa de resposta em indivíduos do <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/sexo" title="Ver mais sobre sexo" target="_blank">sexo</a> masculino comparativamente aos do <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/sexo-feminino" title="Ver mais sobre sexo feminino" target="_blank">sexo feminino</a>. Nos dois ensaios positivos na população em geral, as taxas de resposta do sexo masculino e feminino tratados com <strong><strong>sertralina</strong></strong> vs placebo foram similares (sexo feminino: 57,2% vs 34,5%; sexo masculino: 53,9% vs 38,2%). O número total de doentes do sexo masculino e feminino dos ensaios na população em geral foi de 184 e 430, respectivamente, pelo que os resultados nos indivíduos do sexo feminino são mais robustos e os indivíduos do sexo masculino foram associados a outras variáveis baseline (maior abuso de substâncias, maior duração, origem do trauma, etc) que foram correlacionadas com diminuição do efeito.</p>
<p><em><strong>POC pediátrica</strong></em><br />
A segurança e eficácia da <strong><strong>sertralina</strong></strong> (50-200 mg/dia) foi examinada no tratamento, em ambulatório, de crianças (6-12 anos de idade) e adolescentes (13-17 anos de idade) não-deprimidos com perturbação obsessiva compulsiva (POC). Após uma semana de placebo em ocultação, os doentes foram aleatorizados para doze semanas de tratamento com dose flexível de <strong><strong>sertralina</strong></strong> ou placebo. As crianças (6¬12 anos) iniciaram o tratamento com a dose de 25 mg. Os doentes aleatorizados para a <strong><strong>sertralina</strong></strong> apresentaram uma melhoria significativamente superior do que aqueles aleatorizados para o placebo nas escalas Children&#8217;s Yale-Brown Obsessive Compulsive Scale CY-BOCS (p=0,005), NIMH Global Obsessive Compulsive Scale (p=0,019) e CGI Improvement (p=0,002). Na CY-BOCs os valores médios iniciais e a alteração em relação aos valores iniciais para o grupo placebo foram 22,25 ± 6,15 e -3,4 ± 0,82, respectivamente, enquanto que para o grupo da <strong><strong>sertralina</strong></strong> os valores médios iniciais e a alteração em relação aos valores iniciais para o grupo placebo foram 23,36 ± 4,56 e -6,8 ± 0,87, respectivamente. Adicionalmente, foi observada uma tendência para uma melhoria superior no grupo da <strong><strong>sertralina</strong></strong> do que no grupo placebo na escala CGI Severity (p=0,089). Os doentes que respondem, definidos como os doentes com uma diminuição de 25%, ou superior, na CY-BOCs (a medida primária de eficácia) desde a baseline até ao endpoint, representaram 53% dos doentes tratados com <strong><strong>sertralina</strong></strong>, comparativamente a 37% dos doentes tratados com placebo (p=0,03).</p>
<p>Não existem dados de segurança e eficácia em utilização prolongada para esta população pediátrica.<br />
Não estão disponíveis dados relativos a crianças com idade inferior a 6 anos.</p>
<p><em><strong>5.2 Propriedades farmacocinéticas</strong></em></p>
<p><em><strong>Absorção</strong></em><br />
A <strong><strong>sertralina</strong></strong> apresenta uma farmacocinética proporcional à dose, entre os 50 mg e 200 mg. No ser humano, após dose oral única diária, de 50 a 200 mg durante 14 dias, as concentrações plasmáticas máximas de <strong><strong>sertralina</strong></strong> ocorrem cerca de 4,5 a 8,4 horas após a administração do fármaco. Os alimentos não alteram, de forma significativa, a biodisponibilidade dos comprimidos de <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Os alimentos não alteram, de forma significativa, a biodisponibilidade do concentrado para solução oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong>.</p>
<p><em><strong>Distribuição</strong></em><br />
Aproximadamente 98% do fármaco circulante está ligado às proteínas plasmáticas.</p>
<p><em><strong>Biotransformação</strong></em><br />
A <strong><strong>sertralina</strong></strong> sofre extenso metabolismo hepático de primeira passagem. Eliminação<br />
A semi-vida média da <strong><strong>sertralina</strong></strong> é, aproximadamente, 26 horas (22-36 horas). Consistente com a semi-vida de eliminação terminal, existe uma acumulação de aproximadamente duas vezes até se obterem as concentrações no estado estacionário, o qual é atingido após uma semana de doses únicas diárias. A semi-vida da N-desmetilsertralina é de 62 a 104 horas. A <strong><strong>sertralina</strong></strong> e a N-desmetilsertralina são ambas extensivamente metabolizadas no ser humano e os metabolitos resultantes são excretados nas fezes e na urina em partes iguais. Apenas uma pequena quantidade (&lt;0,2%) de <strong><strong>sertralina</strong></strong> inalterada é excretada na urina.<br />
Farmacocinética em grupos específicos de doentes Doentes pediátricos com POC<br />
A farmacocinética da <strong><strong>sertralina</strong></strong> foi estudada em 29 doentes pediátricos com 6-12 anos de idade e 32 adolescentes com 13-17 anos de idade. Foi efectuada a titulação gradual para uma dose diária de 200 mg em 32 dias, quer com uma dose inicial de 25 mg e incrementos graduais, quer com uma dose inicial de 50 mg ou incrementos. Os esquemas posológicos de 25 mg e 50 mg foram igualmente tolerados. No estado estacionário para a dose de 200 mg, os níveis plasmáticos de <strong><strong>sertralina</strong></strong> no grupo 6-12 anos de idade foram, aproximadamente, 35% superiores comparativamente ao grupo 13-17 anos de idade, e 21% superior comparativamente ao grupo adulto de referência. Não foram observadas diferenças significativas entre rapazes e raparigas relativamente à depuração. Nas<br />
crianças, é recomendada uma dose inicial baixa e incrementos graduais de 25 mg, sobretudo naquelas com baixo peso corporal. Nos adolescentes a administração pode ser semelhante à dos adultos.</p>
<p><em><strong>Adolescentes e idosos</strong></em><br />
O perfil farmacocinético nos adolescentes ou nos idosos não é significativamente diferente do observado nos adultos com idades entre os 18 e 65 anos.</p>
<p><em><strong>Disfunção hepática</strong></em><br />
Em doentes com dano hepático, a semi-vida da <strong><strong>sertralina</strong></strong> é prolongada e a AUC encontra-se aumentada em três vezes (ver secções 4.2 e 4.4).</p>
<p><em><strong>Disfunção renal</strong></em><br />
Em doentes com disfunção hepática moderada a grave, não foi observada acumulação significativa de <strong><strong>sertralina</strong></strong>.</p>
<p><em><strong>5.3 Dados de segurança pré-clínica</strong></em></p>
<p>Os dados não clínicos não revelam riscos especiais para o ser humano, segundo estudos convencionais de farmacologia de segurança, toxicidade de dose repetida, genotoxicidade e carcinogenicidade. Os estudos de toxidade reprodutiva em animais não revelaram evidência de teratogenicidade ou efeitos adversos na fertilidade masculina. A fetotoxicidade observada estaria provavelmente relacionada com toxicidade materna. A sobrevivência pós-natal e o peso corporal de crias diminuíram apenas durante os primeiros dias após o nascimento. Foi verificado que a mortalidade pós-natal inicial era devida a exposição in-utero após o dia 15 da <strong>gravidez</strong>. Os atrasos no desenvolvimento pós-natal observados em crias de fêmeas tratadas foram provavelmente devidos a efeitos nas fêmeas e portanto não relevantes para risco humano.</p>
<p><em><strong>6. <strong>INFORMAÇÕES FARMACÊUTICAS</strong> DO <strong>ZOLOFT</strong></strong></em><img src="file:///C:/DOCUME~1/olivier/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot-6.jpg" alt="" /><img src="file:///C:/DOCUME~1/olivier/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot-7.jpg" alt="" /><img src="file:///C:/DOCUME~1/olivier/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot-8.jpg" alt="" /></p>
<p><em><strong>6.1	Lista dos excipientes</strong></em></p>
<p>Comprimidos: hidrogenofosfato de <strong>cálcio</strong>, celulose microcristalina, hidroxipropilcelulose, carboximetilamido sódico, estearato de magnésio, <strong>hipromelose</strong>, <strong>macrogol</strong>, polissorbato e dióxido de titânio (E171). Concentrado para solução oral: <strong>glicerol</strong>, <strong>etanol</strong>, levomentol e butil-hidroxitolueno.</p>
<p><em><strong>6.2	Incompatibilidades</strong></em></p>
<p>Não aplicável.</p>
<p><em><strong>6.3	Prazo de validade</strong></em><br />
<strong>Comprimidos revestidos</strong> por película: 5 anos.<br />
Concentrado para solução oral:<br />
Embalagem fechada &#8211; 3 anos<br />
Após abertura da embalagem &#8211; 28 dias</p>
<p><em><strong>6.4	Precauções especiais de conservação</strong></em><br />
Não conservar acima de 30°C.</p>
<p><em><strong>6.5	Natureza e conteúdo do recipiente</strong></em><br />
<strong>Comprimidos revestidos</strong> por película: blisters de PVC opaco/alumínio. Embalagens contendo 14, 20, 28 ou 60 comprimidos.</p>
<p>Concentrado para solução oral: frasco de vidro âmbar de 60 ml, fornecido com um doseador calibrado de vidro.<br />
É possível que não sejam comercializadas todas as apresentações.</p>
<p><em><strong>6.6	Precauções especiais de eliminação e manuseamento</strong></em><br />
Não existem requisitos especiais.<br />
O concentrado oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong> contém 20 mg/ml de <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Deve ser diluído antes da utilização.<br />
Utilizar o doseador fornecido para retirar a quantidade pretendida do concentrado oral e diluir com aproximadamente 120 ml (um copo) de água, ginger ale, soda de lima/limão, limonada ou <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/sumo-de-laranja" title="Ver mais sobre sumo de laranja" target="_blank">sumo de laranja</a>. Não misturar o concentrado oral de <strong><strong>sertralina</strong></strong> com <strong>outros</strong> líquidos, a não ser os descritos. A dose deverá ser ingerida imediatamente após a diluição. Não preparar com antecedência. É normal o aparecimento ocasional, após a mistura, de uma ligeira turvação.</p>
<p><em><strong>7. TITULAR DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO</strong></em></p>
<p>Laboratórios Pfizer, Lda. Lagoas Park, Edifício 10<br />
2740-271 Porto Salvo</p>
<p><em><strong>8.	NÚMERO (S) DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO</strong></em></p>
<p><strong>Zoloft</strong>, 50 mg <strong>comprimidos revestidos</strong> por película: N.° de registo: 2182681 &#8211; 14 comprimidos N.° de registo: 5830989 &#8211; 20 comprimidos N.° de registo: 2182780 &#8211; 28 comprimidos N.° de registo: 5854385 &#8211; 60 comprimidos</p>
<p><strong>Zoloft</strong>, 100 mg <strong>comprimidos revestidos</strong> por película: N.° de registo: 2182889 &#8211; 14 comprimidos N.° de registo: 2182988 &#8211; 28 comprimidos N.° de registo: 5854484 &#8211; 60 comprimidos</p>
<p><strong>Zoloft</strong>, 20 mg/ml concentrado para solução oral: N.° de registo: 3268083 &#8211; Frasco de 60 ml</p>
<p><em><strong>9.	DATA DA PRIMEIRA AUTORIZAÇÃO/RENOVAÇÃO DA AUTORIZAÇÃO DE INTRODUÇÃO NO MERCADO</strong></em></p>
<p><strong>Comprimidos revestidos</strong> por película:<br />
Data da primeira autorização: 17 de Junho de1993<br />
Data da última renovação: 12 de Julho de2005</p>
<p>Concentrado para solução oral:<br />
Data da primeira autorização: 01 de Agosto de2000<br />
Data da última renovação: 12 de Julho de2005</p>
<p><em><strong>10.	DATA DA REVISÃO DO TEXTO</strong></em><br />
05-06-2009</p>
<img src="http://www.folheto.net/?ak_action=api_record_view&id=4041&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.folheto.net/caracteristicas-do-zoloft/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ZOLOFT bula do medicamento</title>
		<link>http://www.folheto.net/zoloft/</link>
		<comments>http://www.folheto.net/zoloft/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 06:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Folheto Informativo do Medicamento</dc:creator>
				<category><![CDATA[sertralina]]></category>
		<category><![CDATA[comprimidos revestidos]]></category>
		<category><![CDATA[hemorragia]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento para]]></category>
		<category><![CDATA[tomar ZOLOFT]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.folheto.net/?p=2214</guid>
		<description><![CDATA[O QUE É ZOLOFT E PARA QUE É UTILIZADO Apresentação ZOLOFT 50 mg: embalagens com blísters com 14 ou 28 comprimidos. ZOLOFT 100 mg: embalagens com blísters com 14 ou 28 comprimidos. ZOLOFT Solução oral 20mg/ml: embalagens&#8230;<!--index--><br /><br />
1.<a href="http://www.folheto.net/zoloft/#1">O que é o ZOLOFT e para que é utilizado ZOLOFT.</a>, 2.<a href="http://www.folheto.net/zoloft/#2">Antes de tomar ZOLOFT.</a>, 3.<a href="http://www.folheto.net/zoloft/#3">Como tomar ZOLOFT.</a>, 4.<a href="http://www.folheto.net/zoloft/#4">Efeitos secundários ZOLOFT possíveis.</a>, 5.<a href="http://www.folheto.net/zoloft/#5">Conservação de ZOLOFT.</a>, 6.<a href="http://www.folheto.net/zoloft/#6">Outras informações.</a>, <br />
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em><strong>Neste folheto:</strong></em><br />
1)	<a href="#1">O que é o <strong>ZOLOFT</strong> e para que é <strong>utilizado <strong>ZOLOFT</strong></strong>.</a><br />
2)	<a href="#2">Antes de <strong>tomar <strong>ZOLOFT</strong></strong>.</a><br />
3)	<a href="#3">Como <strong>tomar <strong>ZOLOFT</strong></strong>.</a><br />
4)	<a href="#4"><strong>Efeitos secundários <strong>ZOLOFT</strong></strong> possíveis.</a><br />
5)	<a href="#5">Conservação de <strong>ZOLOFT</strong>.</a><br />
6)	<a href="#6">Outras informações.</a></p>
<h2 style="text-align: center;"></h2>
<h2 style="text-align: center;">Z O L O F T</h2>
<p style="text-align: center;"><strong><a title="" href="http://www.folheto.net/tag/sertralina" ><strong><strong>Sertralina</strong></strong></a></strong></p>
<p><strong><a title="" href="http://www.folheto.net/ibuprofeno-ratiopharm-200-mg-comprimidos-revestidos-ibuprofeno-bula-do-medicamento/" ><strong>Comprimidos revestidos</strong></a> por película e Solução oral</strong></p>
<p><em>Leia atentamente este folheto antes de tomar o medicamento.<br />
•	Caso tenha dúvidas, consulte o seu médico ou farmacêutico.<br />
•	Este medicamento foi receitado para si; não o deve dar a <strong>outros</strong>, pode ser-lhes prejudicial mesmo que apresentem os mesmos sintomas.</em></p>
<p>Denominação do medicamento: <strong>ZOLOFT</strong> , 50 mg <a title="" href="http://www.folheto.net/caracteristicas-do-risperdal/" ><strong>comprimidos revestidos</strong></a> por película. <strong>ZOLOFT</strong> , 100 mg <strong>comprimidos revestidos</strong> por película. <strong>ZOLOFT</strong> , 20 mg/ml solução oral.</p>
<p><em><strong>Composição:</strong></em><br />
A substância activa do <strong>ZOLOFT</strong> é <a title="" href="http://www.folheto.net/caracteristicas-do-zoloft/" ><strong><strong>sertralina</strong></strong></a>. Cada <strong>comprimido revestido</strong> por película de <strong>ZOLOFT</strong> contém <strong>cloridrato</strong> de <strong><strong>sertralina</strong></strong> equivalente a 50 ou 100 mg de <strong><strong>sertralina</strong></strong>. Cada ml da solução oral contém <strong>cloridrato</strong> de <strong><strong>sertralina</strong></strong> equivalente a 20 mg de <strong><strong>sertralina</strong></strong>.</p>
<p>Os <strong>comprimidos revestidos</strong> por película contém também os seguintes componentes: hidrogenofosfato de <strong>cálcio</strong>, celulose microcristalina, hidroxipropilcelulose, amido glicolato de sódio, estearato de magnésio, hidroxipropilmetilcelulose, polietilenoglicol, polissorbatos e dióxido de titânio (E171). A solução oral contém também os seguintes componentes: <strong>glicerol</strong>, <strong>etanol</strong>, levomentol e butilhidroxitolueno.</p>
<p><em><strong>Titular da Autorização de Introdução no Mercado</strong></em><br />
LABORATÓRIOS PFIZER, Lda., Lagoas Park, Edifício 10, 2740-271 Porto Salvo, PORTUGAL</p>
<p>1. <a id="1" name="1">O QUE É <strong>ZOLOFT</strong> E PARA QUE É <strong>UTILIZADO <strong>ZOLOFT</strong></strong></a><br />
Apresentação <strong>ZOLOFT</strong> 50 mg: embalagens com blísters com 14 ou 28 comprimidos. <strong>ZOLOFT</strong> 100 mg: embalagens com blísters com 14 ou 28 comprimidos. <strong>ZOLOFT</strong> Solução oral 20mg/ml: embalagens com 1 frasco de 60 ml.</p>
<p><strong>ZOLOFT</strong> é um antidepressivo actuando por inibição selectiva da recaptação neuronal da serotonina (ISRS).</p>
<p><strong>ZOLOFT</strong> está indicado no <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/tratamento" title="Ver mais sobre tratamento" target="_blank">tratamento</a> da depressão (doença associada a sentimentos de tristeza e melancolia, bem como alterações do sono e incapacidade de apreciar o <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/bem-estar" title="Ver mais sobre bem estar" target="_blank">bem estar</a> da vida). Este medicamento ajuda no tratamento dos sintomas de <strong>ansiedade</strong> que podem, por vezes, estar associados à depressão. Obtidos os resultados esperados, a continuação do tratamento com <strong>ZOLOFT</strong> é eficaz na prevenção de recaídas da doença (evitando que a depressão regresse) ou da recorrência de novos episódios de depressão (evitando que volte a ficar deprimido no futuro).<br />
<strong>ZOLOFT</strong> está indicado no tratamento da perturbação obsessiva-compulsiva (doença na qual predominam ideias fixas e que levam o doente a tomar determinadas atitudes, apesar de estas lhe parecerem ilógicas ou serem contrárias à sua vontade) e da perturbação de pânico (doença caracterizada por períodos breves de elevada e injustificada <strong>ansiedade</strong> ou medo).<br />
<strong>ZOLOFT</strong> está indicado no tratamento da perturbação pós-<a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/stress" title="Ver mais sobre stress" target="_blank">stress</a> traumático (PPST).</p>
<p><strong>ZOLOFT</strong> está indicado no tratamento da Fobia Social (perturbação de <strong>ansiedade</strong> social). Uma vez obtida uma resposta satisfatória, a continuação do tratamento com <strong>ZOLOFT</strong> é eficaz na prevenção de recaídas de episódios de Fobia Social.</p>
<p>2. <a id="2" name="2">ANTES DE <strong>TOMAR <strong>ZOLOFT</strong></strong></a></p>
<p><em><strong>Não tome ZOLOFT:</strong></em><br />
se tem <strong>hipersensibilidade</strong> à substância activa, <strong><strong>sertralina</strong></strong>, ou a qualquer outro componente de <strong>ZOLOFT</strong>;<br />
se estiver a ser medicado concomitantemente com <strong>inibidores</strong> da monoaminoxidase (IMAOs);<br />
se estiver a ser medicado concomitantemente com pimozida;<br />
se em tratamentos anteriores com <strong>ZOLOFT</strong>, tiverem ocorrido reacções alérgicas.<br />
A solução oral de <strong>ZOLOFT</strong> contém álcool, pelo que não deverá ser utilizada em simultâneo com o dissulfiram (medicamento utilizado em situações de alcoolismo).</p>
<p><em><strong>Tome especial cuidado com ZOLOFT:</strong></em><br />
Se está em idade fértil, só deverá <a title="" href="http://www.folheto.net/tag/tomar-zoloft" ><strong>tomar <strong>ZOLOFT</strong></strong></a> se usar, em simultâneo, um método de contracepção considerado adequado pelo seu médico.<br />
Recomenda-se precaução na administração concomitante com <strong>anticoagulantes</strong>, fármacos que tenham efeito na função plaquetária (ex: <strong>anti-inflamatórios não esteróides</strong> (AINEs), ácido acetilsalicílico e <strong><strong>ticlopidina</strong></strong>) ou <strong>outros</strong> fármacos que possam aumentar o risco de <a title="" href="http://www.folheto.net/avastin/" ><strong>hemorragia</strong></a>. Igualmente se recomenda precaução na utilização destes fármacos em doentes com alterações hemorrágicas (ver &#8220;<strong>Efeitos secundários possíveis</strong>&#8221;).<br />
t:\632803049841093750.doc4/10/2006	2</p>
<p><em><strong><a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/gravidez" title="Ver mais sobre gravidez" target="_blank"><strong>Gravidez</strong></a> e aleitamento</strong></em><br />
Se está grávida (ou pensa poder estar) ou a amamentar, apenas pode <a title="" href="http://www.folheto.net/tag/tomar-zoloft" ><strong>tomar <strong>ZOLOFT</strong></strong></a> se receitado por um médico que tenha conhecimento do seu estado.</p>
<p><em><strong>Utilização em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos</strong></em><br />
<strong>Zoloft</strong> não deve normalmente ser utilizado em crianças e adolescentes com idade inferior a 18 anos, excepto no caso de doentes com Perturbação Obsessiva-Compulsiva. Importa igualmente assinalar que os doentes com idade inferior a 18 anos correm maior risco de sofrerem efeitos secundários tais como, tentativa de <strong>suicídio</strong>, ideação suicida e hostilidade (predominantemente agressão, comportamento de oposição e cólera) quando tomam medicamentos desta classe. Apesar disso, o médico poderá prescrever <strong>Zoloft</strong> para doentes com idade inferior a 18 anos quando decida que tal é necessário. Se o seu médico prescreveu <strong>Zoloft</strong> para um doente com menos de 18 anos e gostaria de discutir esta questão, queira voltar a contactá-lo. Deverá informar o seu médico se algum dos sintomas acima mencionados se desenvolver ou piorar quando doentes com menos de 18 anos estejam a <strong>tomar <strong>Zoloft</strong></strong>. Assinala-se igualmente que não foram ainda demonstrados os efeitos de segurança a longo prazo no que respeita ao crescimento, à maturação e ao desenvolvimento cognitivo e comportamental do <strong>Zoloft</strong> neste grupo etário.</p>
<p><em><strong>Idosos</strong></em><br />
<strong>ZOLOFT</strong> é igualmente bem tolerado pelo doente idoso e pelo doente mais jovem, quando administrado nas mesmas doses. Recomenda-se, por isso, o esquema posológico normal.</p>
<p><em><strong>Insuficiência Hepática</strong></em><br />
Deverá informar o seu médico se já teve, ou tem, problemas de <strong>fígado</strong>, pois poderá haver necessidade de proceder a um ajustamento da dose a administrar.</p>
<p><em><strong>Insuficiência Renal</strong></em><br />
Deverá informar o seu médico se já teve, ou tem, problemas de rins.</p>
<p><em><strong>Outras Patologias</strong></em><br />
Se sofre de epilepsia deverá ter o cuidado de informar o seu médico antes de começar a <strong>tomar <strong>ZOLOFT</strong></strong>. Se, durante o período em que está a <strong>tomar <strong>ZOLOFT</strong></strong> tiver convulsões, deverá interromper a administração e consultar imediatamente o seu médico.</p>
<p><em><strong>Condução de veículos e utilização de máquinas:</strong></em><br />
<strong>ZOLOFT</strong> poderá, eventualmente, afectar a capacidade de condução de veículos e de utilização de outras máquinas.</p>
<p>Informações importantes sobre alguns ingredientes de ZOLOFT: A solução oral de <strong>ZOLOFT</strong> contém <strong>etanol</strong> (12 %).<br />
<em><strong><br />
<strong>Tomar <strong>ZOLOFT</strong></strong> com <strong>outros</strong> medicamentos:</strong></em><br />
Os medicamentos podem interagir entre si, ou com outras substâncias não medicamentosas, originando reacções inesperadas e podendo, em alguns casos, provocar uma diminuição ou aumento do efeito esperado. Assim, deverá sempre indicar ao seu médico todos os medicamentos que está a usar, ou costuma usar, especialmente os seguintes:<br />
-	Dissulfiram (medicamento utilizado em situações de alcoolismo);<br />
-	<strong><strong>Sumatriptano</strong></strong> (<a title="" href="http://www.folheto.net/tag/medicamento-para" ><strong>medicamento para</strong></a> a <strong>enxaqueca</strong>);<br />
-	<strong><strong>Diazepam</strong></strong> (<a title="" href="http://www.folheto.net/diflucan-150-fluconazol-bula-do-medicamento/" ><strong>medicamento para</strong></a> a <strong>ansiedade</strong>);<br />
-	Tolbutamida (<strong>medicamento para</strong> a <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/diabetes" title="Ver mais sobre Diabetes" target="_blank">diabetes</a>);<br />
-	<strong><strong>Cimetidina</strong></strong> (<strong>medicamento para</strong> as úlceras do estômago ou do duodeno);<br />
-	Fenitoína (<strong>medicamento para</strong> a epilepsia);<br />
-	Fenfluramina (<strong>medicamento para</strong> a <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/obesidade" title="Ver mais sobre obesidade" target="_blank">obesidade</a>) &#8211; encontrando-se revogado em Portugal;<br />
-	Pimozida (<strong>medicamento para</strong> a psicose);<br />
-	<strong>Outros</strong> medicamentos para tratamento da depressão (por ex. <strong>Inibidores</strong> da Monoamino-Oxidase, lítio, triptofano ou outro fármaco da mesma classe de <strong>ZOLOFT</strong>).</p>
<p>O risco de <a title="" href="http://www.folheto.net/recombinate-octocog-alfa-bula-do-medicamento/" ><strong>hemorragia</strong></a> pode ser aumentado quando <strong>anticoagulantes</strong>, fármacos com efeito na função plaquetária (ex: <strong>anti-inflamatórios não esteróides</strong>, ácido acetilsalicílico e <strong><strong>ticlopidina</strong></strong>), ou <strong>outros</strong> fármacos que possam aumentar o risco de <strong>hemorragia</strong> são administrados concomitantemente com ISRS, incluindo <strong>ZOLOFT</strong> (ver &#8220;Tome especial cuidado com <strong>ZOLOFT</strong>&#8221;).</p>
<p><em><strong>Deverá, igualmente, informar o seu médico se bebe bebidas alcoólicas.</strong></em><br />
A frequência dos efeitos secundários de <strong>ZOLOFT</strong> pode aumentar durante a utilização concomitante de <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/produtos-naturais" title="Ver mais sobre Produtos Naturais" target="_blank">produtos naturais</a> ou preparações à base de extractos vegetais que possuam na sua composição<br />
Hypericum perforatum.<br />
3.   <a id="3" name="3">COMO <strong>TOMAR <strong>ZOLOFT</strong></strong></a></p>
<p>A dose inicial habitual, para tratamento da depressão e da perturbação obsessiva-compulsiva, é de 50 mg, uma vez ao dia. No tratamento da perturbação de pânico, da PPST e da Fobia Social a dose inicial é de 25 mg, uma vez ao dia e, após uma semana, será aumentada para 50 mg, uma vez ao dia,<br />
Esta dose, de acordo com a resposta do doente, pode sofrer aumentos ao longo dum período de semanas, até uma dose máxima de 200 mg, uma vez por dia. Alterações na dose não devem ser realizadas mais que uma vez por semana tendo em conta as 24 horas de semi-vida de eliminação da <strong><strong>sertralina</strong></strong>.<br />
Crianças/adolescentes<br />
Idades compreendidas entre 13-17 anos: dose inicial de 50 mg/dia.<br />
Idades compreendidas entre 6-12 anos: dose inicial de 25 mg/dia, aumentando para 50 mg/dia após uma semana.<br />
Na ausência de resposta clínica, as doses subsequentes podem sofrer aumentos de 50 mg/dia até 200 mg/dia, se necessário. No entanto, quando ocorrem aumentos em relação à dose de 50 mg deve ter-se em atenção o peso corporal, geralmente inferior nas crianças em comparação com os adultos.<br />
Não devem ser efectuados ajustamentos da dose em intervalos inferiores a 1 semana, dadas as 24 horas de semi-vida de eliminação da <strong><strong>sertralina</strong></strong>.</p>
<p><em><strong>Modo e Via de Administração</strong></em><br />
Deverá tomar os comprimidos de <strong>ZOLOFT</strong> todos os dias, com água ou outra bebida não alcoólica, com ou sem <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/alimentos" title="Ver mais sobre alimentos" target="_blank">alimentos</a>.<br />
A solução oral deve ser diluída antes da utilização. Não deve tomar a solução oral de <strong>ZOLOFT</strong> sem diluição prévia. É aconselhável tomar a solução oral todos os dias, com ou sem alimentos.<br />
No momento da primeira utilização deve retirar a tampa do frasco e substituí-la pelo doseador fornecido na embalagem. Após utilização do doseador deve repô-lo no frasco. O doseador deve permanecer sempre no frasco entre as administrações. Utilize o doseador fornecido com o <strong>medicamento para</strong> retirar a quantidade prescrita do concentrado e misture com aproximadamente 120ml (um copo) de água, ginger ale, soda, limonada ou <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/sumo-de-laranja" title="Ver mais sobre sumo de laranja" target="_blank">sumo de laranja</a>. Não misture a solução oral de <strong>ZOLOFT</strong> com <strong>outros</strong> líquidos a não ser os descritos. Deve tomar a solução oral imediatamente após a mistura; não a prepare com antecedência.<br />
Por vezes, após a mistura pode aparecer uma ligeira turvação que é normal.</p>
<p><em><strong>Momento Mais Favorável à Administração</strong></em><br />
<strong>ZOLOFT</strong> pode ser tomado a qualquer hora do dia (de manhã ou à noite) mas, de preferência, sempre à mesma hora.</p>
<p><em><strong>Duração Média do Tratamento</strong></em><br />
A duração do tratamento será a indicada pelo seu médico.<br />
Deverá ter em atenção que, no tratamento da depressão, por vezes, só após 2-4 semanas de tratamento se começam a sentir melhorias significativas. Este é o período previsível mas não significa que não possa sentir-se melhor mais cedo.<br />
Mesmo que se sinta bem, não deverá parar de tomar o medicamento antes da data indicada pelo seu médico.<br />
Quando for necessário parar o tratamento deverá ser considerada a redução gradual da dose (ver Efeitos Secundários).</p>
<p><em><strong>Se <strong>tomar <strong>ZOLOFT</strong></strong> mais do que deveria:</strong></em><br />
Se for administrada uma dose excessiva de <strong>ZOLOFT</strong>, por exemplo, em caso de ingestão acidental por uma criança, deverá consultar imediatamente um médico ou dirigir-se à urgência hospitalar mais próxima.</p>
<p><em><strong>Caso se tenha esquecido de <strong>tomar <strong>ZOLOFT</strong></strong> :</strong></em><br />
Se se esquecer de tomar uma dose deste medicamento deverá tomar a dose seguinte, à hora normal, não devendo tomar a dose em falta.<br />
Se se esquecer de tomar várias doses, deverá contactar o seu médico.</p>
<p>4. <a id="4" name="4">EFEITOS SECUNDÁRIOS POSSÍVEIS</a></p>
<p><strong>ZOLOFT</strong> como os demais medicamentos, pode causar efeitos secundários. Os estudos clínicos realizados em doentes com depressão ou com perturbação obsessiva compulsiva, mostraram que os efeitos secundários que mais frequentemente ocorreram com a <strong><strong>sertralina</strong></strong> foram boca seca, diarreia/ fezes <strong>moles</strong>, <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/dispepsia" title="Ver mais sobre dispepsia" target="_blank"><strong>dispepsia</strong></a>, tonturas, anorexia, náuseas, tremores, hipersudorese, insónia, sonolência e disfunção sexual, principalmente manifestada por atraso na ejaculação no homem.<br />
Os efeitos secundários que mais frequentemente foram referidos desde que o medicamento foi introduzido no mercado incluem: astenia (falta de forças), fadiga, rubor, exantema cutâneo (manchas na pele), dor toráxica, palpitações, dor abdominal, obstipação, vómitos, <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/cefaleias" title="Ver mais sobre cefaleias" target="_blank">cefaleias</a>, sintomas extrapiramidais (alterações do movimento), parestesia (sensação de formigueiro ou adormecimento dos membros), hipostesia (diminuição da sensibilidade táctil), agitação, <strong>ansiedade</strong>, bocejos, zumbidos, irregularidades menstruais e distúrbios visuais. Menos frequentemente foram descritos os seguintes efeitos secundários: <strong>febre</strong>, mal-estar, perda de peso, <a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/aumento-de-peso" title="Ver mais sobre aumento de peso" target="_blank">aumento de peso</a>, aumento de apetite, púrpura, <strong>prurido</strong>, alopécia (<a href="http://www.vidadequalidade.org/tag/queda-de-cabelo" title="Ver mais sobre queda de cabelo" target="_blank">queda de <strong>cabelo</strong></a>), hipertensão, edema periférico, taquicardia, edema periorbital (inchaço na zona dos olhos), midríase (dilatação das pupilas), síncope (desmaio), <strong>enxaqueca</strong>, sintomas depressivos, alucinações, euforia, incontinência urinária, artralgia.<br />
Foram ainda notificados casos raros de alteração dos resultados laboratoriais clínicos, priapismo, broncospasmo, reacção alérgica, alergias, reacções anafilactóides, hiperprolactinémia, hipotiroidismo, galactorreia, ginecomastia, síndroma de secrecção inapropriada de ADH (SIADH), diminuição da líbido feminina e masculina,, pesadelos, reacção agressiva, psicose, pancreatite (inflamação do pâncreas), manifestações hemorrágicas, tais como, equimoses, <strong>hemorragia</strong> ginecológica, gastrintestinal e outras hemorragias cutâneas ou mucosas, alterações hepáticas (incluindo aumento das enzimas hepáticas), hiponatrémia e aumento do <strong>colesterol</strong> sérico, angioedema, alterações esfoliativas da pele (i.e. síndroma de Stevens-Jonhson e necrólise epidérmica, reacções de fotosensibilidade cutânea, urticária, coma, convulsões, contracções musculares involuntárias, sinais e sintomas associados ao síndrome serotoninérgico, em alguns casos associado à utilização concomitante de fármacos serotoninérgicos, incluindo agitação, confusão, diaforese, diarreia, <strong>febre</strong>, hipertensão, rigidez e taquicardia.<br />
Podem ocorrer reacções de privação na sequência da interrupção do tratamento, no entanto, os dados de evidência clínica e pré-clínica disponíveis não sugerem que os <strong>Inibidores</strong> da Recaptação da Serotonina causam dependência. Em <strong>associação</strong> com reacções de privação foram notificados sintomas tais como, tonturas, parestesias, cefaleias, náuseas e <strong>ansiedade</strong>. A maioria das reacções de privação são de intensidade ligeira e auto-limitadas. (ver &#8220;Duração média do tratamento&#8221;)<br />
Os efeitos secundários descritos neste folheto, quando ocorrem, são, geralmente, de natureza moderada. No entanto, se se tornarem intensos e persistentes deverá consultar o seu médico.</p>
<p>Caso detecte efeitos secundários não descritos neste folheto, informe o seu médico ou farmacêutico.</p>
<p>5. <a id="5" name="5">CONSERVAÇÃO DE <strong>ZOLOFT</strong>?</a></p>
<p>Manter fora do alcance e da vista das crianças. Não conservar acima de 30oC.<br />
Não utilize <strong>ZOLOFT</strong> após expirar o prazo de validade indicado na embalagem, blíster ou no rótulo do frasco.<br />
Após abertura do frasco de <strong>ZOLOFT</strong> 20 mg/ml solução oral, o prazo de validade é de 28 dias.<br />
6. <a id="6" name="6">OUTRAS INFORMAÇÕES</a></p>
<p>Para quaisquer informações sobre este medicamento, queira contactar o Titular de Autorização de Introdução no Mercado.</p>
<p><em><strong>Este folheto foi revisto em:06-10-2005</strong></em></p>
<img src="http://www.folheto.net/?ak_action=api_record_view&id=2214&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.folheto.net/zoloft/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
